O jogo de ontem e nossa vitória diante do Barradão teve os ingredientes costumeiros de sustos e sofrimento que têm sido a tônica de nossas partidas no Brasileirão. Jogamos mal mais uma vez, fomos dominados em grande parte da partida. No entanto, senhores, como sabemos, no futebol, vence quem faz gols e nós fizemos. O resto é conversa.
A equipe gaúcha vinha de uma crescente na competição, não perdia há sete partidas e, para tornar ainda mais difícil nossa vida, teve a semana inteira livre para treinar, enquanto nós enfrentamos o ABC pela Lampions League e só conseguimos fazer regenerativo e estudar os gaúchos através de vídeos. A diferença física ficou evidente em campo, mas nossa garra e o apoio incondicional de nosso torcedor, mais uma vez, fez toda a diferença.
O passe no estilo “Absolute cinema” que Erick deu para o gol de Renê acentua a boa fase de nosso ponta e a fome de gol de nosso centroavante. Dois acertos de nossa diretoria que têm entregado resultados incontestáveis e, quando a fase é boa, mesmo sem fazer uma grande partida como ontem, nosso ponta acha um passe mágico daqueles. É o ponta com maior participação em gols em todas as competições nacionais e, por mais que chame a atenção de outros times, não pode ser negociado com equipes brasileiras porque já completou treze partidas.
MAIS UMA NOITE DE BALIZA ZERO
Vencer a gente no Barradão, graças a nosso torcedor, sempre foi uma tarefa difícil. Mas, este ano, além de não perdermos a muito tempo, a gente tem feito nossos adversários suarem para vazar nossa meta. A entrega e organização tática de nosso sistema defensivo têm sido a identidade de uma equipe que não se entrega em nenhum momento do jogo e é letal nos contra-ataques.
A vitória de ontem, somada à vantagem que construímos no jogo de ida contra o ABC, abre uma janela de oportunidade. A gente tem de usar o segundo jogo para descansar a equipe. Afinal, nosso próximo adversário no Brasileirão é o Santos, na Vila. Com os resultados de ontem, matematicamente, o Vitória não passará a pausa para a Copa na zona de rebaixamento, mas, como temos um jogo a menos no Brasileirão, é de crucial importância vencer o Peixe fora de casa.
É papo de loucura na Bahia, pois, se vencermos brigaremos pelo topo da tabela.
O ABC joga hoje pela Série D, contra o América, e, como está com dois pontos de vantagem para os caras, imagino que levará a campo o que tem de melhor. Isto é importante para nós porque a tendência é que, além dos desfalques que sofreram na primeira partida, quem vá a campo esteja desgastado e reforce a possibilidade de Jair Ventura escalar um time misto, vencer e pegar o Santos com os titulares descansados.
Meu time para enfrentar o ABC seria:
Lucas Arcanjo, Cacá (que cumprirá suspensão), Caique e Néris na zaga. Claudinho e Jamerson nas laterais, Zé Vitor, Edenilson e Zé Breno no meio de campo. Tarzia e Kayzer no ataque.
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LEÃO CANSADO, MAS LETAL – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O jogo de ontem e nossa vitória diante do Barradão teve os ingredientes costumeiros de sustos e sofrimento que têm sido a tônica de nossas partidas no Brasileirão. Jogamos mal mais uma vez, fomos dominados em grande parte da partida. No entanto, senhores, como sabemos, no futebol, vence quem faz gols e nós fizemos. O resto é conversa.
A equipe gaúcha vinha de uma crescente na competição, não perdia há sete partidas e, para tornar ainda mais difícil nossa vida, teve a semana inteira livre para treinar, enquanto nós enfrentamos o ABC pela Lampions League e só conseguimos fazer regenerativo e estudar os gaúchos através de vídeos. A diferença física ficou evidente em campo, mas nossa garra e o apoio incondicional de nosso torcedor, mais uma vez, fez toda a diferença.
O passe no estilo “Absolute cinema” que Erick deu para o gol de Renê acentua a boa fase de nosso ponta e a fome de gol de nosso centroavante. Dois acertos de nossa diretoria que têm entregado resultados incontestáveis e, quando a fase é boa, mesmo sem fazer uma grande partida como ontem, nosso ponta acha um passe mágico daqueles. É o ponta com maior participação em gols em todas as competições nacionais e, por mais que chame a atenção de outros times, não pode ser negociado com equipes brasileiras porque já completou treze partidas.
MAIS UMA NOITE DE BALIZA ZERO
Vencer a gente no Barradão, graças a nosso torcedor, sempre foi uma tarefa difícil. Mas, este ano, além de não perdermos a muito tempo, a gente tem feito nossos adversários suarem para vazar nossa meta. A entrega e organização tática de nosso sistema defensivo têm sido a identidade de uma equipe que não se entrega em nenhum momento do jogo e é letal nos contra-ataques.
A vitória de ontem, somada à vantagem que construímos no jogo de ida contra o ABC, abre uma janela de oportunidade. A gente tem de usar o segundo jogo para descansar a equipe. Afinal, nosso próximo adversário no Brasileirão é o Santos, na Vila. Com os resultados de ontem, matematicamente, o Vitória não passará a pausa para a Copa na zona de rebaixamento, mas, como temos um jogo a menos no Brasileirão, é de crucial importância vencer o Peixe fora de casa.
É papo de loucura na Bahia, pois, se vencermos brigaremos pelo topo da tabela.
O ABC joga hoje pela Série D, contra o América, e, como está com dois pontos de vantagem para os caras, imagino que levará a campo o que tem de melhor. Isto é importante para nós porque a tendência é que, além dos desfalques que sofreram na primeira partida, quem vá a campo esteja desgastado e reforce a possibilidade de Jair Ventura escalar um time misto, vencer e pegar o Santos com os titulares descansados.
Meu time para enfrentar o ABC seria:
Lucas Arcanjo, Cacá (que cumprirá suspensão), Caique e Néris na zaga. Claudinho e Jamerson nas laterais, Zé Vitor, Edenilson e Zé Breno no meio de campo. Tarzia e Kayzer no ataque.
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