O futebol é um esporte mágico e escroto ao mesmo tempo. Depois de termos vivido duas noites mágicas no Barradão, eliminando, na Copa do Brasil, o segundo e o terceiro colocados, respectivamente, em duas partidas épicas, ao retornarmos ao Brasileirão, perdemos mais uma fora de casa, justamente para o Flamídia, que, por conta de termos eliminado o time, teve dez dias livres para treinar, recuperar jogadores e descansar.
Jogar no Maracanã já seria uma tarefa pesada para nós e, para piorar nossa situação, fomos a campo sem nossa dupla de zaga, que foi expulsa no assalto que sofremos diante do Palmeiras e, de última hora, não pudemos contar com Ramon, gripado, e Baralhas, que, por conta de problemas pessoais, além do desgaste físico, não viajou para o Rio.
UM TIME VISIVELMENTE CANSADO
A previsão era de uma partida duríssima contra o Flamengo e, logo no início do primeiro tempo, para ser exato, antes dos quinze primeiros segundos, eu percebi que havia tudo para ser uma partida que tentaríamos sobreviver. A classificação diante do Athletico-PR cobraria seu preço, e o fato de não conseguirmos trocar dois passes sem sermos pressionados e entregarmos a bola ao Flamengo deixou isso ainda mais claro.
Wallace, que felizmente veio de graça do Cruzeiro tentando recuperar sua carreira, foi colocado como titular e deveria preencher o entrelinhas. Infelizmente, não conseguiu e, como consequência, mais uma vez, vimos Pulgar acertar um chutaço da nossa intermediária. O “defesa contra ataque” continuou por todo o primeiro tempo e só quando voltamos do intervalo é que conseguimos estancar a sangria, reter mais a bola e controlar minimamente a partida.
Infelizmente, nada disso adiantou. Em uma bola de contra-ataque rápido, tomamos o segundo e, até aqui, seguimos sem vencer fora de casa. O bom é que a rodada foi favorável para a gente e, por enquanto, o meio da tabela não é um lugar perigoso, já que, dos times que estão abaixo de nós, apenas o Grêmio venceu.
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MUITO ABAIXO DO ESPERADO – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O futebol é um esporte mágico e escroto ao mesmo tempo. Depois de termos vivido duas noites mágicas no Barradão, eliminando, na Copa do Brasil, o segundo e o terceiro colocados, respectivamente, em duas partidas épicas, ao retornarmos ao Brasileirão, perdemos mais uma fora de casa, justamente para o Flamídia, que, por conta de termos eliminado o time, teve dez dias livres para treinar, recuperar jogadores e descansar.
Jogar no Maracanã já seria uma tarefa pesada para nós e, para piorar nossa situação, fomos a campo sem nossa dupla de zaga, que foi expulsa no assalto que sofremos diante do Palmeiras e, de última hora, não pudemos contar com Ramon, gripado, e Baralhas, que, por conta de problemas pessoais, além do desgaste físico, não viajou para o Rio.
UM TIME VISIVELMENTE CANSADO
A previsão era de uma partida duríssima contra o Flamengo e, logo no início do primeiro tempo, para ser exato, antes dos quinze primeiros segundos, eu percebi que havia tudo para ser uma partida que tentaríamos sobreviver. A classificação diante do Athletico-PR cobraria seu preço, e o fato de não conseguirmos trocar dois passes sem sermos pressionados e entregarmos a bola ao Flamengo deixou isso ainda mais claro.
Wallace, que felizmente veio de graça do Cruzeiro tentando recuperar sua carreira, foi colocado como titular e deveria preencher o entrelinhas. Infelizmente, não conseguiu e, como consequência, mais uma vez, vimos Pulgar acertar um chutaço da nossa intermediária. O “defesa contra ataque” continuou por todo o primeiro tempo e só quando voltamos do intervalo é que conseguimos estancar a sangria, reter mais a bola e controlar minimamente a partida.
Infelizmente, nada disso adiantou. Em uma bola de contra-ataque rápido, tomamos o segundo e, até aqui, seguimos sem vencer fora de casa. O bom é que a rodada foi favorável para a gente e, por enquanto, o meio da tabela não é um lugar perigoso, já que, dos times que estão abaixo de nós, apenas o Grêmio venceu.
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