O torcedor do Vitória não tem um dia de paz. Quando, pela primeira vez no campeonato, jogamos bem contra um adversário forte e vencemos, podendo enfim descansar na pausa da data FIFA, mantendo-se na primeira metade da tabela com um jogo a menos, vem o destino, cheio de ódio no coração, e coloca diante de nós uma montanha íngreme a ser escalada.
O sorteio dos confrontos pela quinta fase da Copa do Brasil nos fará jogar contra o Flamengo, sendo o primeiro jogo no Maracanã e o segundo em nosso santuário. Para alguns, isso é uma prova cabal do azar que nos acompanha há décadas. O mesmo azar que nos colocou frente a frente com o Palmeiras em 93, ou enfrentar o Santos de Neymar e Ganso em 2010, ou terminar o campeonato na 5ª colocação em 2013, sendo que, na época, a classificação para a Libertadores era apenas para o G4.
Para estes, os jogos diante do Flamengo, nos dias 22 ou 23 de abril, no Maracanã, no Rio de Janeiro, na partida de ida, e nos dias 13 ou 14 de maio, no Barradão, em Salvador, na volta, são mais um capítulo de alguma dívida espiritual que esse time tem. Eu acredito que será uma oportunidade de derrubar os caras, com um empate lá e uma vitória aqui no Barradão.
É um adversário difícil, é claro, mas nada é impossível no futebol, e a grande verdade é que entraremos como franco-atiradores e, se a mídia sulista fizer bem o papel dela, que é defender a lógica de que o Flamengo já está classificado mesmo antes de disputar as partidas, nossas chances aumentam, caso o elenco deles acredite nisso e entre de sapatinho alto.
Kayzer tem a chance de se redimir diante da bobagem que fez no Barradão, quando enfrentamos os cariocas pelo Brasileirão, e ele perdeu um pênalti que nos impediu de ao menos pontuar na rodada. No intervalo daquele jogo até a primeira partida, muita coisa aconteceu, e certamente muita coisa acontecerá.
Mesmo que tentem nos convencer do contrário, nada está definido ainda. Vamo pra cima, porque, se jogarmos o que jogamos aqui contra eles e formos tão eficientes quanto fomos contra o Mirassol e o Galo, a gente vai passar. Amém, igreja?
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AZAR OU OPORTUNIDADE – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O torcedor do Vitória não tem um dia de paz. Quando, pela primeira vez no campeonato, jogamos bem contra um adversário forte e vencemos, podendo enfim descansar na pausa da data FIFA, mantendo-se na primeira metade da tabela com um jogo a menos, vem o destino, cheio de ódio no coração, e coloca diante de nós uma montanha íngreme a ser escalada.
O sorteio dos confrontos pela quinta fase da Copa do Brasil nos fará jogar contra o Flamengo, sendo o primeiro jogo no Maracanã e o segundo em nosso santuário. Para alguns, isso é uma prova cabal do azar que nos acompanha há décadas. O mesmo azar que nos colocou frente a frente com o Palmeiras em 93, ou enfrentar o Santos de Neymar e Ganso em 2010, ou terminar o campeonato na 5ª colocação em 2013, sendo que, na época, a classificação para a Libertadores era apenas para o G4.
Para estes, os jogos diante do Flamengo, nos dias 22 ou 23 de abril, no Maracanã, no Rio de Janeiro, na partida de ida, e nos dias 13 ou 14 de maio, no Barradão, em Salvador, na volta, são mais um capítulo de alguma dívida espiritual que esse time tem. Eu acredito que será uma oportunidade de derrubar os caras, com um empate lá e uma vitória aqui no Barradão.
É um adversário difícil, é claro, mas nada é impossível no futebol, e a grande verdade é que entraremos como franco-atiradores e, se a mídia sulista fizer bem o papel dela, que é defender a lógica de que o Flamengo já está classificado mesmo antes de disputar as partidas, nossas chances aumentam, caso o elenco deles acredite nisso e entre de sapatinho alto.
Kayzer tem a chance de se redimir diante da bobagem que fez no Barradão, quando enfrentamos os cariocas pelo Brasileirão, e ele perdeu um pênalti que nos impediu de ao menos pontuar na rodada. No intervalo daquele jogo até a primeira partida, muita coisa aconteceu, e certamente muita coisa acontecerá.
Mesmo que tentem nos convencer do contrário, nada está definido ainda. Vamo pra cima, porque, se jogarmos o que jogamos aqui contra eles e formos tão eficientes quanto fomos contra o Mirassol e o Galo, a gente vai passar. Amém, igreja?
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