O jogo de ontem foi mais um jogo horrível do Vitória fora de casa, isto é um fato. Mas, ao mesmo tempo, a inconformação de grande parte da torcida após o resultado mostra o quanto evoluímos nestas últimas três participações na Série A do Campeonato Brasileiro. Acho que a crítica é válida, necessária, mas também sintomática. Afinal, ter no horizonte, na metade do campeonato, a possibilidade de uma campanha que nos levaria à Libertadores ou, ao menos, à Sul-Americana é algo salutar.
Eu, embora seja um otimista convicto, sigo fazendo a mesma conta do início da competição: precisamos atingir quarenta e cinco pontos e, só então, vislumbrar qualquer coisa além da permanência na elite do campeonato. Nós ainda não vencemos fora de casa e, no jogo de ontem, a derrota não aconteceu graças ao jogador mais regular do elenco nos últimos cinco anos, Lucas Arcanjo, nosso ministro da defesa.
PONTO IMPORTANTE, JOGO MEDÍOCRE
A nossa realidade mudou pontualmente, mas, desde a afirmação do filósofo do universo Marvel, o Tio Ben, todos nós sabemos que “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. A partida lamentável de ontem, sobretudo no segundo tempo, está nas costas de Martinez e Baralhas e respinga em Erick, Matheuzinho, Ramon e Renê.
É uma conclusão óbvia: se um time pretende vencer uma partida, o mínimo que se espera é que ele chute a gol. Só não fomos pior que a Argentina na final da Copa do Mundo.
É claro que sonhar grande custa o mesmo preço que sonhar pequeno, mas o jogo de ontem deixou claro que nosso time é o mesmo Vitória que, por razões diferentes, no ano passado oscilou durante toda a temporada. É preciso levar em consideração que este é o primeiro jogo fora de casa contra um adversário direto desde o retorno da Copa, mas ficou claro que nossa limitação em termos de peças aptas para jogar e transformar a partida é evidente.
Jamerson, a meu ver, precisa tomar o lugar de Ramon, que já faz hora extra em campo desde antes da pausa e, contra o Remo, mesmo jogando em casa, conseguirá fazer o papel ofensivo de Ramon, que vem atuando quase como um ponta na fase ofensiva, muito melhor do que ele, porque é melhor tecnicamente. No lugar de Martinez, imagino que entrará Caique e, se Zé Vitor não se lesionou, comporá a trinca de volantes juntamente com Baralhas.
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SALVOS POR LUCAS ARCANJO… NOVAMENTE – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O jogo de ontem foi mais um jogo horrível do Vitória fora de casa, isto é um fato. Mas, ao mesmo tempo, a inconformação de grande parte da torcida após o resultado mostra o quanto evoluímos nestas últimas três participações na Série A do Campeonato Brasileiro. Acho que a crítica é válida, necessária, mas também sintomática. Afinal, ter no horizonte, na metade do campeonato, a possibilidade de uma campanha que nos levaria à Libertadores ou, ao menos, à Sul-Americana é algo salutar.
Eu, embora seja um otimista convicto, sigo fazendo a mesma conta do início da competição: precisamos atingir quarenta e cinco pontos e, só então, vislumbrar qualquer coisa além da permanência na elite do campeonato. Nós ainda não vencemos fora de casa e, no jogo de ontem, a derrota não aconteceu graças ao jogador mais regular do elenco nos últimos cinco anos, Lucas Arcanjo, nosso ministro da defesa.
PONTO IMPORTANTE, JOGO MEDÍOCRE
A nossa realidade mudou pontualmente, mas, desde a afirmação do filósofo do universo Marvel, o Tio Ben, todos nós sabemos que “com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”. A partida lamentável de ontem, sobretudo no segundo tempo, está nas costas de Martinez e Baralhas e respinga em Erick, Matheuzinho, Ramon e Renê.
É uma conclusão óbvia: se um time pretende vencer uma partida, o mínimo que se espera é que ele chute a gol. Só não fomos pior que a Argentina na final da Copa do Mundo.
É claro que sonhar grande custa o mesmo preço que sonhar pequeno, mas o jogo de ontem deixou claro que nosso time é o mesmo Vitória que, por razões diferentes, no ano passado oscilou durante toda a temporada. É preciso levar em consideração que este é o primeiro jogo fora de casa contra um adversário direto desde o retorno da Copa, mas ficou claro que nossa limitação em termos de peças aptas para jogar e transformar a partida é evidente.
Jamerson, a meu ver, precisa tomar o lugar de Ramon, que já faz hora extra em campo desde antes da pausa e, contra o Remo, mesmo jogando em casa, conseguirá fazer o papel ofensivo de Ramon, que vem atuando quase como um ponta na fase ofensiva, muito melhor do que ele, porque é melhor tecnicamente. No lugar de Martinez, imagino que entrará Caique e, se Zé Vitor não se lesionou, comporá a trinca de volantes juntamente com Baralhas.
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