O melhor Bahia do Século ganha mais uma! – por Erick Cerqueira

Por Por 29/ 08/ 2025Categorias: Bahia, Futebol

Fala, Nação Tricolor! Vamos falar da torcida que vaiou Cauly e… tsc. Vou porra ninhuma. Meu time brocando nas quartas de final da Copa do Brasil e com 1 derrota em 17 jogos e eu vou perder meu tempo com viés de confirmação dos outros? Vá morrer pra lá, farinha ruim. 

Vamos falar do que importa. De felicidade. De coisas boas. Vamos falar desse Bahia lascador! Que quando não vai na técnica, vai na raça.

Se no primeiro jogo o Fluminense tava todo remendado e o Bahia com time titular, deu empate.
Agora, pela Copa do Brasil, a coisa inverteu: o Esquadrão entrou em campo sem 4 titulares absolutos (Gilberto, Caio, Pulga e Ademir) e o time do Renato Gaúcho, copeiro, veio completo. Melhor assim, pra não ter choro depois.

Assim que o juiz apitou, parecia que tinha algo estranho. O time sentiu a maratona de jogos: sem pressão na marcação, passes errados, vacilos da zaga. Do outro lado, um bom time, fisicamente mais forte.

Só que os caras vieram pra Bahia pra fazer falta, pressionar o juiz e catimbar o jogo em busca de um empate. O Bahia tinha dificuldade em chegar tocando e mudou a estratégia.

  • Cruzamento na área: David Duarte cabeceia na mão do zagueiro deles. Segue o baba.

  • Juba cobra falta na cabeça de Jean Lucas, mas o mizerávi convocado acerta a trave.

Mas aos 23 minutos, veio o susto:

Mingo dá uma pegada em Everaldo no meio e cai, a bola sobra pra Canóbio que leva na força sob marcação de Acevedo e toca. Juba tenta o carrinho e dá rasteira em Arias. Canóbio aproveita a cena de Os Trapalhões (Enzos, procurem no youtube a referência), passa por David Duarte e chuta rasteiro. Mas o questionado Ronaldo salvou o Bahia com os pés.

Pausa pra reflexão: alguém vaiou Mingo? Juba? Arias? Acevedo? Eles erraram grotescamente e deixaram o cara frente a frente com o “fraco” mão de alface do Ronaldo. Nada? Ninguém? Beleza! Segue o baba.

Logo depois, escanteio. Cruzamento, toque de cabeça e gol deles. O VAR chamou e anulou. O silêncio da Torcida virou grito de alívio e incentivo ao time.

Vira o lado

O Bahia volta como um Chevette a álcool num dia de chuva nos anos 80 na esburacada Salvador de Fernando José: frio e demorando pra engatar.

  • Primeiro susto: cruzamento da esquerda, cabeçada pra fora – o maluco tirou o gol da lei do ex, graças a Jah.

  • Segundo: o temido Kevin Serna disparada do campo dele e solta um peteleco na entrada da área.

A Torcida entende o momento ruim e grita: PULGA! PULGA! A gente só não sabia era que ele não estava pronto pra jogar 45 minutos. 

Mesmo assim o Bahia reage:

  • Pulginha entra, dispara pela esquerda, ganha na velocidade, corta pra dentro e bate fraco.

  • Lucho recebe na direita, corta pra dentro, toca pra Tiago que bate prensado. Escanteio.

  • Na cobrança, Nestor cruza, DVD cabeceia, o goleiro rebate e Tiago não consegue pegar o rebote.

Quando o Fluminense já achava que ia segurar o empate, veio o lance Canarinho da partida:

Jean Lucas sofre falta, vê Juba correndo no facão e lança. O melhor lateral esquerdo do Brasil tira o pobre do Guga pra nada e chuta. A bola desvia no lateral deles, engana o goleiro e… BAHIA 1×0!

BORA BAÊA MINHA PORRA!

O Bahia vence a 32ª partida no ano, nesses 58 jogos. Gritamos gol na Fonte pela 64ª vez. Mas agora é esquecer a Copa do Brasil e pensar no Brasileirão. E Ceni, na moral. Coloca o time reserva em Mirassol. Bota os titulares pra passar o fim de semana em Sauípe, com as famílias.

Faz uma reunião na piscina com o time e explica que o foco agora tem de ser 100% nas decisões. 

Pra domingo dá minutagem pra João Paulo, Rezende, Xavier, Luiz Gustavo, Iago. Ruan Pablo, Furquim

Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

Diga aí. Que achou?

Compartilhe nas redes

O melhor Bahia do Século ganha mais uma! – por Erick Cerqueira

Por Por 29/ 08/ 2025Categorias: Bahia, Futebol

Fala, Nação Tricolor! Vamos falar da torcida que vaiou Cauly e… tsc. Vou porra ninhuma. Meu time brocando nas quartas de final da Copa do Brasil e com 1 derrota em 17 jogos e eu vou perder meu tempo com viés de confirmação dos outros? Vá morrer pra lá, farinha ruim. 

Vamos falar do que importa. De felicidade. De coisas boas. Vamos falar desse Bahia lascador! Que quando não vai na técnica, vai na raça.

Se no primeiro jogo o Fluminense tava todo remendado e o Bahia com time titular, deu empate.
Agora, pela Copa do Brasil, a coisa inverteu: o Esquadrão entrou em campo sem 4 titulares absolutos (Gilberto, Caio, Pulga e Ademir) e o time do Renato Gaúcho, copeiro, veio completo. Melhor assim, pra não ter choro depois.

Assim que o juiz apitou, parecia que tinha algo estranho. O time sentiu a maratona de jogos: sem pressão na marcação, passes errados, vacilos da zaga. Do outro lado, um bom time, fisicamente mais forte.

Só que os caras vieram pra Bahia pra fazer falta, pressionar o juiz e catimbar o jogo em busca de um empate. O Bahia tinha dificuldade em chegar tocando e mudou a estratégia.

  • Cruzamento na área: David Duarte cabeceia na mão do zagueiro deles. Segue o baba.

  • Juba cobra falta na cabeça de Jean Lucas, mas o mizerávi convocado acerta a trave.

Mas aos 23 minutos, veio o susto:

Mingo dá uma pegada em Everaldo no meio e cai, a bola sobra pra Canóbio que leva na força sob marcação de Acevedo e toca. Juba tenta o carrinho e dá rasteira em Arias. Canóbio aproveita a cena de Os Trapalhões (Enzos, procurem no youtube a referência), passa por David Duarte e chuta rasteiro. Mas o questionado Ronaldo salvou o Bahia com os pés.

Pausa pra reflexão: alguém vaiou Mingo? Juba? Arias? Acevedo? Eles erraram grotescamente e deixaram o cara frente a frente com o “fraco” mão de alface do Ronaldo. Nada? Ninguém? Beleza! Segue o baba.

Logo depois, escanteio. Cruzamento, toque de cabeça e gol deles. O VAR chamou e anulou. O silêncio da Torcida virou grito de alívio e incentivo ao time.

Vira o lado

O Bahia volta como um Chevette a álcool num dia de chuva nos anos 80 na esburacada Salvador de Fernando José: frio e demorando pra engatar.

  • Primeiro susto: cruzamento da esquerda, cabeçada pra fora – o maluco tirou o gol da lei do ex, graças a Jah.

  • Segundo: o temido Kevin Serna disparada do campo dele e solta um peteleco na entrada da área.

A Torcida entende o momento ruim e grita: PULGA! PULGA! A gente só não sabia era que ele não estava pronto pra jogar 45 minutos. 

Mesmo assim o Bahia reage:

  • Pulginha entra, dispara pela esquerda, ganha na velocidade, corta pra dentro e bate fraco.

  • Lucho recebe na direita, corta pra dentro, toca pra Tiago que bate prensado. Escanteio.

  • Na cobrança, Nestor cruza, DVD cabeceia, o goleiro rebate e Tiago não consegue pegar o rebote.

Quando o Fluminense já achava que ia segurar o empate, veio o lance Canarinho da partida:

Jean Lucas sofre falta, vê Juba correndo no facão e lança. O melhor lateral esquerdo do Brasil tira o pobre do Guga pra nada e chuta. A bola desvia no lateral deles, engana o goleiro e… BAHIA 1×0!

BORA BAÊA MINHA PORRA!

O Bahia vence a 32ª partida no ano, nesses 58 jogos. Gritamos gol na Fonte pela 64ª vez. Mas agora é esquecer a Copa do Brasil e pensar no Brasileirão. E Ceni, na moral. Coloca o time reserva em Mirassol. Bota os titulares pra passar o fim de semana em Sauípe, com as famílias.

Faz uma reunião na piscina com o time e explica que o foco agora tem de ser 100% nas decisões. 

Pra domingo dá minutagem pra João Paulo, Rezende, Xavier, Luiz Gustavo, Iago. Ruan Pablo, Furquim

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