O BARRADÃO É BARRIL – POR EMERSON LEANDRO SILVA

Irmãos, na rodada passada, este escriba que vos fala escreveu:

“Agora temos mais uma pedreira contra o Mirassol, jogando em casa. A nosso favor, teremos mais uma vez o Barradão e, se no primeiro turno conseguimos arrancar pontos dos caras na casa deles, não é exagero pensar que aqui vamos conquistar três pontos.”

Eu antevi que o resultado era possível, não porque tenho bola de cristal ou algum talento mediúnico. É apenas a confiança e a percepção do trabalho que tem sido feito no Vitória. Todos exaltam, com razão, a capacidade de gestão de equipe de Jair Ventura e fazem isso em grande medida porque, de fato, ele tem trazido resultados significativos. Mas gestão não é só um carrossel de delícias, não.

A movimentação que nossa diretoria fez para garantir que tivéssemos casa lotada no jogo de ontem permitiu que, mesmo jogando muito mal, conseguíssemos sair da zona, empurrar o Internacional, passar o Santos e nos aproximar do Ceará. Pouco importa se foi a sorte que nos fez vencer sem ser vazados mais uma vez, o que importa é que vencemos, em um momento crucial, o time sensação do campeonato (somos o único do Nordeste a conseguir isso).

NADA É CERTO E AGORA É O MASSA BRUTA

Fui informado que as sereias de Itinga aproveitaram a Black Friday e, depois de baterem recorde de recall de secadores no nosso jogo contra o Palmeiras, zeraram os estoques das lojas de eletrônicos do estado. Acontece que, embaixo do mar, o secador não funciona e, mais uma vez, eles, que confundem ter dinheiro com serem grandes, foram dormir caladinhos.

O Vitória venceu a sensação do campeonato. O mesmo time que aplicou uma goleada de 5 x 1 no Çity da Shopee. Mas com a gente é assim: bateu em nosso filho, o pai resolve. Restam mais duas batalhas para enfrentarmos e a próxima será contra o Bragantino. Não será um jogo fácil, mas é possível que saiamos de lá com mais três pontos e, no último jogo do campeonato, em casa, a gente, quem sabe, consiga mordiscar uma vaga na Sul-Americana.

Amém, Igreja?

 

É Rubro-negro de corpo, alma e coração. Além de escritor, Relações Públicas, Consultor de Marketing Digital e Social Media.

Diga aí. Que achou?

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O BARRADÃO É BARRIL – POR EMERSON LEANDRO SILVA

Irmãos, na rodada passada, este escriba que vos fala escreveu:

“Agora temos mais uma pedreira contra o Mirassol, jogando em casa. A nosso favor, teremos mais uma vez o Barradão e, se no primeiro turno conseguimos arrancar pontos dos caras na casa deles, não é exagero pensar que aqui vamos conquistar três pontos.”

Eu antevi que o resultado era possível, não porque tenho bola de cristal ou algum talento mediúnico. É apenas a confiança e a percepção do trabalho que tem sido feito no Vitória. Todos exaltam, com razão, a capacidade de gestão de equipe de Jair Ventura e fazem isso em grande medida porque, de fato, ele tem trazido resultados significativos. Mas gestão não é só um carrossel de delícias, não.

A movimentação que nossa diretoria fez para garantir que tivéssemos casa lotada no jogo de ontem permitiu que, mesmo jogando muito mal, conseguíssemos sair da zona, empurrar o Internacional, passar o Santos e nos aproximar do Ceará. Pouco importa se foi a sorte que nos fez vencer sem ser vazados mais uma vez, o que importa é que vencemos, em um momento crucial, o time sensação do campeonato (somos o único do Nordeste a conseguir isso).

NADA É CERTO E AGORA É O MASSA BRUTA

Fui informado que as sereias de Itinga aproveitaram a Black Friday e, depois de baterem recorde de recall de secadores no nosso jogo contra o Palmeiras, zeraram os estoques das lojas de eletrônicos do estado. Acontece que, embaixo do mar, o secador não funciona e, mais uma vez, eles, que confundem ter dinheiro com serem grandes, foram dormir caladinhos.

O Vitória venceu a sensação do campeonato. O mesmo time que aplicou uma goleada de 5 x 1 no Çity da Shopee. Mas com a gente é assim: bateu em nosso filho, o pai resolve. Restam mais duas batalhas para enfrentarmos e a próxima será contra o Bragantino. Não será um jogo fácil, mas é possível que saiamos de lá com mais três pontos e, no último jogo do campeonato, em casa, a gente, quem sabe, consiga mordiscar uma vaga na Sul-Americana.

Amém, Igreja?

 

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