Cinco pontos à frente do Vasco, primeiro da zona, próximo do topo. É isto que conta… vamos ao texto!
No universo que compreende o futebol praticado no Campeonato Brasileiro, existem duas verdades inquestionáveis: na imensa maioria das vezes em que enfrentamos o Vasco, a gente vence. Quando o juiz maroto não decide inventar alguma falta mandrake, isto é ainda mais recorrente. A segunda é que, quando o adversário é o cruzmaltino, é certo que veremos Kayser balançar as redes.
É sempre muito bom voltar ao nosso santuário e, quando isto é selado com vitória, melhor ainda. Estamos a um jogo de fechar a primeira metade do campeonato e, para alguns, o momento é ideal para fazermos contas. Os mais emocionados lembrarão que, em 2013, quando terminamos em 5º no campeonato, com 59 pontos, fizemos 23 no primeiro turno. Com a vitória de ontem, chegamos a 25 pontos, sendo que ainda nos falta a partida contra o Botafogo.
A linha que sigo, embora entenda o entusiasmo de parte da torcida, é que nossa meta inicial no ano é fazer 45 pontos e, só então, perseguir resultados mais significativos na temporada. O lado bom desta projeção é que ela não está apenas no campo das ideias ou se baseia em uma espécie de saudosismo utópico. Nossa diretoria foi ao mercado e trouxe peças de reposição importantes, e duas delas entraram muito bem ontem, embora, é claro, ainda não estejam com ritmo de jogo.
ARTE DE JOGAR MAL E VENCER
A partida de ontem, como era de se esperar, foi difícil de assistir. O Vasco está afundado em uma crise político-judicial e o treinador estava fazendo sua estreia ontem. Armou um time defensivo e parecia estar muito satisfeito com um empate em grande parte do jogo. Nossa comissão técnica optou por não enfrentar grandes equipes no intervalo da Copa, visando adquirir ritmo, e apostou em conservar fisicamente o elenco e ter mais tempo para treinar comportamentos táticos. Bem, funcionou.
O jogo em si foi horrível, mas é sempre bom lembrar que este escriba que vos fala não dá a mínima para promover espetáculos em campo. Felizmente, Jair Ventura parece pensar da mesma forma. O gol saiu de um erro isolado do volante dos caras, mas a pressão alta na saída de bola do adversário está na conta de nosso treinador. No final das contas, ninguém lembra como as vitórias foram alcançadas, mas sim que elas existiram.
Bem, somamos mais uma ontem. É isto que importa. Amém, igreja?!
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NO BARRADÃO O BICHO PEGA – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Cinco pontos à frente do Vasco, primeiro da zona, próximo do topo. É isto que conta… vamos ao texto!
No universo que compreende o futebol praticado no Campeonato Brasileiro, existem duas verdades inquestionáveis: na imensa maioria das vezes em que enfrentamos o Vasco, a gente vence. Quando o juiz maroto não decide inventar alguma falta mandrake, isto é ainda mais recorrente. A segunda é que, quando o adversário é o cruzmaltino, é certo que veremos Kayser balançar as redes.
É sempre muito bom voltar ao nosso santuário e, quando isto é selado com vitória, melhor ainda. Estamos a um jogo de fechar a primeira metade do campeonato e, para alguns, o momento é ideal para fazermos contas. Os mais emocionados lembrarão que, em 2013, quando terminamos em 5º no campeonato, com 59 pontos, fizemos 23 no primeiro turno. Com a vitória de ontem, chegamos a 25 pontos, sendo que ainda nos falta a partida contra o Botafogo.
A linha que sigo, embora entenda o entusiasmo de parte da torcida, é que nossa meta inicial no ano é fazer 45 pontos e, só então, perseguir resultados mais significativos na temporada. O lado bom desta projeção é que ela não está apenas no campo das ideias ou se baseia em uma espécie de saudosismo utópico. Nossa diretoria foi ao mercado e trouxe peças de reposição importantes, e duas delas entraram muito bem ontem, embora, é claro, ainda não estejam com ritmo de jogo.
ARTE DE JOGAR MAL E VENCER
A partida de ontem, como era de se esperar, foi difícil de assistir. O Vasco está afundado em uma crise político-judicial e o treinador estava fazendo sua estreia ontem. Armou um time defensivo e parecia estar muito satisfeito com um empate em grande parte do jogo. Nossa comissão técnica optou por não enfrentar grandes equipes no intervalo da Copa, visando adquirir ritmo, e apostou em conservar fisicamente o elenco e ter mais tempo para treinar comportamentos táticos. Bem, funcionou.
O jogo em si foi horrível, mas é sempre bom lembrar que este escriba que vos fala não dá a mínima para promover espetáculos em campo. Felizmente, Jair Ventura parece pensar da mesma forma. O gol saiu de um erro isolado do volante dos caras, mas a pressão alta na saída de bola do adversário está na conta de nosso treinador. No final das contas, ninguém lembra como as vitórias foram alcançadas, mas sim que elas existiram.
Bem, somamos mais uma ontem. É isto que importa. Amém, igreja?!
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