Nossa primeira vitória sob o comando de Rodrigo no Baianão veio fora de casa, na Princesa do Sertão, pelo placar de 2×0 contra o Barcelona de Ilhéus. Sem agonia, nosso sub-20 vem evoluindo e, neste jogo em especial, contou com os reforços de Oswaldo, Ronald, Néris e a estreia de Luan Cândido. O time, como tem sido até aqui, tem conseguido fazer jogos que não podem ser classificados como exemplos de primor técnico e encanto futebolístico.
Nosso primeiro tempo foi de ruim para médio e, infelizmente, em grande parte por conta da atuação muito abaixo tecnicamente de Oswaldo, nosso vovô, que errou muitas bolas no último terço do campo e gestos técnicos que não são comuns para ele. Parece que o longo período de inatividade interferiu em seu rendimento consideravelmente. O fraco desempenho de nosso ataque tem suscitado a aparição de várias teorias explicativas, e a principal delas é a presença dos três zagueiros.
É UM ERRO DEMONIZAR O SISTEMA
Todo torcedor quer ver a gente dando espetáculo contra qualquer time no estadual, e alguns vão além e veem isso como uma obrigação. No entanto, quando isso não ocorre, a primeira medida é em forma de pedidos que visam mudanças drásticas. O jogo de ontem deixou evidente que, com mudanças simples, se consegue o mesmo objetivo, sem prejudicar o planejamento inicial do clube.
Pablo, que deveria ser o jogador que construiria nossos ataques ontem, mais uma vez não conseguiu acertar absolutamente nada. Felipe Vieira, que deveria pisar no campo ofensivo com frequência, tem se mostrado, para ser suave com as palavras, muito tímido. A meu ver, se estes dois jogadores forem para o banco, nós teremos um salto evolutivo em nossa postura ofensiva.
Dito em bom baianês, eles “tiveram oportunidade e deram mole, então vaze”.
Voltamos ao G4 da competição, descansamos a equipe principal, que terá pela frente duas pedreiras no Brasileirão, promovemos a estreia de Luan Cândido sob o olhar atento de Jair Ventura e vimos Dudu Miraíma apresentar seu cartão de visitas e mudar o jogo no segundo tempo. Pode não ser a oitava maravilha que alguns esperavam, mas seguimos evoluindo.
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NADA ALÉM DO NORMAL – POR EMERSON LEANDRO SLVA
Nossa primeira vitória sob o comando de Rodrigo no Baianão veio fora de casa, na Princesa do Sertão, pelo placar de 2×0 contra o Barcelona de Ilhéus. Sem agonia, nosso sub-20 vem evoluindo e, neste jogo em especial, contou com os reforços de Oswaldo, Ronald, Néris e a estreia de Luan Cândido. O time, como tem sido até aqui, tem conseguido fazer jogos que não podem ser classificados como exemplos de primor técnico e encanto futebolístico.
Nosso primeiro tempo foi de ruim para médio e, infelizmente, em grande parte por conta da atuação muito abaixo tecnicamente de Oswaldo, nosso vovô, que errou muitas bolas no último terço do campo e gestos técnicos que não são comuns para ele. Parece que o longo período de inatividade interferiu em seu rendimento consideravelmente. O fraco desempenho de nosso ataque tem suscitado a aparição de várias teorias explicativas, e a principal delas é a presença dos três zagueiros.
É UM ERRO DEMONIZAR O SISTEMA
Todo torcedor quer ver a gente dando espetáculo contra qualquer time no estadual, e alguns vão além e veem isso como uma obrigação. No entanto, quando isso não ocorre, a primeira medida é em forma de pedidos que visam mudanças drásticas. O jogo de ontem deixou evidente que, com mudanças simples, se consegue o mesmo objetivo, sem prejudicar o planejamento inicial do clube.
Pablo, que deveria ser o jogador que construiria nossos ataques ontem, mais uma vez não conseguiu acertar absolutamente nada. Felipe Vieira, que deveria pisar no campo ofensivo com frequência, tem se mostrado, para ser suave com as palavras, muito tímido. A meu ver, se estes dois jogadores forem para o banco, nós teremos um salto evolutivo em nossa postura ofensiva.
Dito em bom baianês, eles “tiveram oportunidade e deram mole, então vaze”.
Voltamos ao G4 da competição, descansamos a equipe principal, que terá pela frente duas pedreiras no Brasileirão, promovemos a estreia de Luan Cândido sob o olhar atento de Jair Ventura e vimos Dudu Miraíma apresentar seu cartão de visitas e mudar o jogo no segundo tempo. Pode não ser a oitava maravilha que alguns esperavam, mas seguimos evoluindo.
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