LIBERTADORES. Foi bom! Valeu! Adeus! – por Erick Cerqueira

Por Por 29/ 05/ 2025Categorias: Bahia, Libertadores da América

Fala, Nação Tricolor! Mesmo de cabeça inchada após a derrota, ficou aquele gostinho de… pô, dava pra ir mais longe, mesmo caindo no Grupo da Morte da Libertadores. E aí ficamos com os eternos “e ses”. Se não fossem as entregadas no jogo contra o Nacional, quando vencíamos em casa? E se Marcos Felipe não tivesse saído contra o Atlético Nacional igual a um velho cansado que vai pro gol só pra não sair do baba? Ou se a gente tivesse tido frieza e mantido a concentração do primeiro tempo após fazer o gol hoje? Aí seríamos líderes do grupo. Mas o importante, após essa eliminação dolorida, é transformar os “e ses” em aprendizados para a próxima competição internacional.

O jogo

É curioso que a eliminação tenha sido justamente contra o Inter — de novo — e do mesmo jeito que em 1989: empatando em casa e perdendo fora, mas em fases diferentes.

O Bahia entrou em campo com o que tinha de melhor. Com a má fase de Lucho, Willian assumiu a titularidade, e Cauly foi mantido no lugar de Ademir, que retornava de contusão.

Em campo, o confronto entre dois times nervosos, com medo de errar e estilos diferentes: o Bahia valorizando a posse de bola e o Inter marcando alto, tentando roubar a bola na zaga. E os dois tiveram êxito.

O Inter ganhou algumas bolas, principalmente em cima de Gilberto, mas só chutou duas vezes ao gol — de fora da área. E o Bahia manteve a posse de bola.

Na única jogada de velocidade, em um contra-ataque rápido puxado por Willian, que toca pra Cauly, que dispara e deixa Jean Lucas de cara com o goleiro… e ele chuta na rede pelo lado de fora.

Veio o segundo tempo, a esperança e a decepção

E aí veio um lateral: Juba pra Caio, que devolve pra Juba, sobra pra Jean, que disputa e deixa pra Pulga, que toca cruzado pro chute de Willian. A bola bate no goleiro e sobra pra Jean Lucas abrir o placar. 0x1. Ali era pra alguém em campo gritar: ACABOU O JOGO! FOCO TOTAL! CATIMBA! Mas não.

Muita gente ainda estava esperando o gol passar na tv por causa do delay da IPTV quando meu zaguerão corta um cruzamento de cabeça pra meia-lua. Juba corre pra marcar um atacante e abre a lateral pra outro. 1×1. Um gol de baba, mostrando toda a imaturidade do time.

Ceni demora pra mudar, e quando muda, tira só Cauly pra colocar Michel. Porra, bicho, eu tava numa fé da mizéra que o trio Lucho, Kayky e Ademir ia entrar logo no segundo tempo… e o cara segura as alterações até tomar a virada.

E pra piorar, o gol da derrota sai com Michel Araujo marcando o lateral com o olho e tentando evitar o cruzamento na base da fé. Sem marcação, o cara cruzou, Mingo falhou, e gol dos caras: 2×1.

Aí ele fez a porra das alterações, mas já não iria resolver mais nada.

BORA BAÊA, MINHA PORRA!

Da Liberta 2025 vai ficar a saudade, as lembranças de ver nosso time passando pelo pórtico da “Glória Eterna”, por 5 vezes na Fonte Nova. Os triunfos. A melhor campanha no turno, terminando como líder… mas também a péssima campanha do returno, terminando como lanterna, que acabou nos rebaixando para a Sul-Americana — a Série B da Libertadores.

Só precisava ganhar uma partida… mas o time não conseguiu.

O Bahia não perdeu a vaga hoje. Não foi uma eliminação pro Internacional. Foi uma queda em três atos — e todos eles bem definidos, com seus culpados. Mas como diz a música do poeta Bell Marques:

“Não vou chorarNem vou me arrepender
Foi eterno enquanto durou. 
Foi sincero o nosso amor
Mas chegou ao fim”

Agora começa tudo de novo. A escalada pela classificação. Porém, longe de ter sido uma conquista fortuita, a vaga conquistada em 2024 tende a se tornar constante, porque o Bahia agora está em outro patamar. E vamos brigar todo ano por essa vaga. 

Que venha a Sulamericana, que jeito? Mas foi só o Bahia cair pra competição que já teve gente fugindo… que coisa.

Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

Diga aí. Que achou?

Compartilhe nas redes

LIBERTADORES. Foi bom! Valeu! Adeus! – por Erick Cerqueira

Por Por 29/ 05/ 2025Categorias: Bahia, Libertadores da América

Fala, Nação Tricolor! Mesmo de cabeça inchada após a derrota, ficou aquele gostinho de… pô, dava pra ir mais longe, mesmo caindo no Grupo da Morte da Libertadores. E aí ficamos com os eternos “e ses”. Se não fossem as entregadas no jogo contra o Nacional, quando vencíamos em casa? E se Marcos Felipe não tivesse saído contra o Atlético Nacional igual a um velho cansado que vai pro gol só pra não sair do baba? Ou se a gente tivesse tido frieza e mantido a concentração do primeiro tempo após fazer o gol hoje? Aí seríamos líderes do grupo. Mas o importante, após essa eliminação dolorida, é transformar os “e ses” em aprendizados para a próxima competição internacional.

O jogo

É curioso que a eliminação tenha sido justamente contra o Inter — de novo — e do mesmo jeito que em 1989: empatando em casa e perdendo fora, mas em fases diferentes.

O Bahia entrou em campo com o que tinha de melhor. Com a má fase de Lucho, Willian assumiu a titularidade, e Cauly foi mantido no lugar de Ademir, que retornava de contusão.

Em campo, o confronto entre dois times nervosos, com medo de errar e estilos diferentes: o Bahia valorizando a posse de bola e o Inter marcando alto, tentando roubar a bola na zaga. E os dois tiveram êxito.

O Inter ganhou algumas bolas, principalmente em cima de Gilberto, mas só chutou duas vezes ao gol — de fora da área. E o Bahia manteve a posse de bola.

Na única jogada de velocidade, em um contra-ataque rápido puxado por Willian, que toca pra Cauly, que dispara e deixa Jean Lucas de cara com o goleiro… e ele chuta na rede pelo lado de fora.

Veio o segundo tempo, a esperança e a decepção

E aí veio um lateral: Juba pra Caio, que devolve pra Juba, sobra pra Jean, que disputa e deixa pra Pulga, que toca cruzado pro chute de Willian. A bola bate no goleiro e sobra pra Jean Lucas abrir o placar. 0x1. Ali era pra alguém em campo gritar: ACABOU O JOGO! FOCO TOTAL! CATIMBA! Mas não.

Muita gente ainda estava esperando o gol passar na tv por causa do delay da IPTV quando meu zaguerão corta um cruzamento de cabeça pra meia-lua. Juba corre pra marcar um atacante e abre a lateral pra outro. 1×1. Um gol de baba, mostrando toda a imaturidade do time.

Ceni demora pra mudar, e quando muda, tira só Cauly pra colocar Michel. Porra, bicho, eu tava numa fé da mizéra que o trio Lucho, Kayky e Ademir ia entrar logo no segundo tempo… e o cara segura as alterações até tomar a virada.

E pra piorar, o gol da derrota sai com Michel Araujo marcando o lateral com o olho e tentando evitar o cruzamento na base da fé. Sem marcação, o cara cruzou, Mingo falhou, e gol dos caras: 2×1.

Aí ele fez a porra das alterações, mas já não iria resolver mais nada.

BORA BAÊA, MINHA PORRA!

Da Liberta 2025 vai ficar a saudade, as lembranças de ver nosso time passando pelo pórtico da “Glória Eterna”, por 5 vezes na Fonte Nova. Os triunfos. A melhor campanha no turno, terminando como líder… mas também a péssima campanha do returno, terminando como lanterna, que acabou nos rebaixando para a Sul-Americana — a Série B da Libertadores.

Só precisava ganhar uma partida… mas o time não conseguiu.

O Bahia não perdeu a vaga hoje. Não foi uma eliminação pro Internacional. Foi uma queda em três atos — e todos eles bem definidos, com seus culpados. Mas como diz a música do poeta Bell Marques:

“Não vou chorarNem vou me arrepender
Foi eterno enquanto durou. 
Foi sincero o nosso amor
Mas chegou ao fim”

Agora começa tudo de novo. A escalada pela classificação. Porém, longe de ter sido uma conquista fortuita, a vaga conquistada em 2024 tende a se tornar constante, porque o Bahia agora está em outro patamar. E vamos brigar todo ano por essa vaga. 

Que venha a Sulamericana, que jeito? Mas foi só o Bahia cair pra competição que já teve gente fugindo… que coisa.

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Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

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