Mais uma vez, preciso exaltar a profundidade da fidelidade e da paixão que a torcida do Vitória tem por seu time. Deus me livre não ser Vitória!
Comemorar é um verbo muito forte para descrever nosso resultado frente ao Botafogo. Mas pontuar contra uma equipe que briga pela Libertadores e, mais do que isso, equilibrar o jogo em diversos momentos e, em alguns, ser superior é um feito digno de nota.
Nós ainda estamos muito próximos do abismo da segunda divisão. Graças à derrota do Santos, um pouquinho mais distantes, é verdade. Imagine se, dentro de campo, desde o início do ano, nossa equipe estivesse entregando resultados parelhos à postura de nossa torcida. Como o Barradão estaria, velho?!
O resultado de ontem é digno de nota porque, no primeiro turno, quando enfrentamos o Botafogo, no Rio, a única razão para termos pontuado naquela partida foi a atuação de nosso Ministro da Defesa, Lucas Arcanjo, que fechou o gol. Ontem, Renzo achou uma bola frente a frente com o goleiro, depois de uma jogada desenhada estrategicamente para pegar os alvinegros na transição ofensiva. Ou seja, tínhamos um plano, soubemos executá-lo, mas, mais uma vez, não fomos eficientes. No primeiro turno só tínhamos a fé e Arcanjo como armas.
LUCAS HALTER SE PAGOU EM CAMPO
Como diz o dito popular: “Eu não quero saber quem envernizou a barata.”
O que importa para mim é que jogar com uma zaga que não era a titular, em si, já seria um grande desafio. Mas fazer isso sem o nosso principal zagueiro e capitão seria dar sopa demais ao azar e, convenhamos, a gente não pode se dar a esse luxo. Halter entrou, jogou bem e nos ajudou a pontuar contra os caras. O resto é com o jurídico do clube.
O resultado ideal seria a vitória, mas, graças à derrota do Santos frente ao Flamengo, o empate não significou um cenário desolador. Agora teremos pela frente uma Data Fifa a nosso favor e a possibilidade de contar com os jogadores que foram desfalques nesta rodada, o retorno dos que estão no Departamento Médico e o benefício de uma semana livre para Jair Ventura azeitar este time e, se tudo der certo, vencermos o Palmeiras dentro do Allianz Parque.
Eu ouvi um amém, igreja?
Diga aí. Que achou?
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DOS MALES O MENOR – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Mais uma vez, preciso exaltar a profundidade da fidelidade e da paixão que a torcida do Vitória tem por seu time. Deus me livre não ser Vitória!
Comemorar é um verbo muito forte para descrever nosso resultado frente ao Botafogo. Mas pontuar contra uma equipe que briga pela Libertadores e, mais do que isso, equilibrar o jogo em diversos momentos e, em alguns, ser superior é um feito digno de nota.
Nós ainda estamos muito próximos do abismo da segunda divisão. Graças à derrota do Santos, um pouquinho mais distantes, é verdade. Imagine se, dentro de campo, desde o início do ano, nossa equipe estivesse entregando resultados parelhos à postura de nossa torcida. Como o Barradão estaria, velho?!
O resultado de ontem é digno de nota porque, no primeiro turno, quando enfrentamos o Botafogo, no Rio, a única razão para termos pontuado naquela partida foi a atuação de nosso Ministro da Defesa, Lucas Arcanjo, que fechou o gol. Ontem, Renzo achou uma bola frente a frente com o goleiro, depois de uma jogada desenhada estrategicamente para pegar os alvinegros na transição ofensiva. Ou seja, tínhamos um plano, soubemos executá-lo, mas, mais uma vez, não fomos eficientes. No primeiro turno só tínhamos a fé e Arcanjo como armas.
LUCAS HALTER SE PAGOU EM CAMPO
Como diz o dito popular: “Eu não quero saber quem envernizou a barata.”
O que importa para mim é que jogar com uma zaga que não era a titular, em si, já seria um grande desafio. Mas fazer isso sem o nosso principal zagueiro e capitão seria dar sopa demais ao azar e, convenhamos, a gente não pode se dar a esse luxo. Halter entrou, jogou bem e nos ajudou a pontuar contra os caras. O resto é com o jurídico do clube.
O resultado ideal seria a vitória, mas, graças à derrota do Santos frente ao Flamengo, o empate não significou um cenário desolador. Agora teremos pela frente uma Data Fifa a nosso favor e a possibilidade de contar com os jogadores que foram desfalques nesta rodada, o retorno dos que estão no Departamento Médico e o benefício de uma semana livre para Jair Ventura azeitar este time e, se tudo der certo, vencermos o Palmeiras dentro do Allianz Parque.
Eu ouvi um amém, igreja?





