TCHAU E BENÇÃO VOVÔ – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Por Por 07/ 05/ 2026Categorias: Copa do Nordeste, Futebol, Vitória

O Vitória vem sendo atrapalhado pelo Vozão há uma década e uns quebrados, não chega às semifinais da Lampions League há cinco anos e, ontem, bem verdade, não conseguiu fazer uma boa partida porque o Ceará estacionou um ônibus em sua defesa, se defendendo muitas vezes com uma linha de cinco e tentando jogar contra nós a nossa principal característica: o contra-ataque com a transição ofensiva… se lascaram, não deu certo.

O elenco que temos à disposição hoje, se tirarmos o time inteiro que está no Departamento Médico, não tem qualidade suficiente para disputar em pé de igualdade contra nossos adversários. Todo mundo sabe disso, inclusive as equipes que enfrentamos. Há quem acredite que os dois moles que nós demos com os caras com dois jogadores a menos são fruto de displicência. Essa é uma lógica tão louca quanto as decisões levianas da CBF contra nós.

Ontem, o Ceará conseguiu anular, no primeiro tempo, nossa maior reserva técnica em campo, que é Erick. Ramon, que costumava ser um bom escape pelas alas, mais uma vez fez uma partida muito abaixo.

A excelente partida de Zé Vitor, o bom segundo tempo de Matheusinho, a desenvoltura de Erick, que conseguiu se desvencilhar da marcação cearense depois que os caras estavam com um a menos, e, sem sombra de dúvida, as monstruosas partidas de Luan Candido (o quarto jogo voando baixo) e Lucas Arcanjo, garantiram nossa classificação para a próxima fase.

KAYZER CIRÚRGICO

O placar magro diante dos cearenses pode passar a falsa impressão a um leitor desavisado de que só fizemos isso durante toda a partida. Mas, na verdade, o atual Vitória, graças à presença de Zé Vitor, melhorou a qualidade de seu chute à média distância e finalizou vinte e duas vezes na partida, sendo que dez foram no alvo. É uma evolução condizente com o que quero e precisamos? Óbvio que não. Mas é uma evolução digna de nota.

A classificação veio, mas não foi tranquila. Os dois lances que quase resultaram em mais uma noite de chuva e desclassificação no Barradão, como infelizmente foi recorrente por anos, surgiram não de uma displicência da equipe, como alguns teóricos da conspiração se apressaram em dizer ontem à noite. O Vitória tem praticamente um time inteiro no DM ou fora da temporada e, apesar da boa sequência de jogos que vem fazendo atualmente, não há como não decair fisicamente e tentar “tirar o pé” em alguns momentos dos jogos.

Parem de xaxo e comemorem a classificação. Agora é virar a chave porque temos o Fluminense, fora de casa, no Maracanã.

 

É Rubro-negro de corpo, alma e coração. Além de escritor, Relações Públicas, Consultor de Marketing Digital e Social Media.

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O Vitória vem sendo atrapalhado pelo Vozão há uma década e uns quebrados, não chega às semifinais da Lampions League há cinco anos e, ontem, bem verdade, não conseguiu fazer uma boa partida porque o Ceará estacionou um ônibus em sua defesa, se defendendo muitas vezes com uma linha de cinco e tentando jogar contra nós a nossa principal característica: o contra-ataque com a transição ofensiva… se lascaram, não deu certo.

O elenco que temos à disposição hoje, se tirarmos o time inteiro que está no Departamento Médico, não tem qualidade suficiente para disputar em pé de igualdade contra nossos adversários. Todo mundo sabe disso, inclusive as equipes que enfrentamos. Há quem acredite que os dois moles que nós demos com os caras com dois jogadores a menos são fruto de displicência. Essa é uma lógica tão louca quanto as decisões levianas da CBF contra nós.

Ontem, o Ceará conseguiu anular, no primeiro tempo, nossa maior reserva técnica em campo, que é Erick. Ramon, que costumava ser um bom escape pelas alas, mais uma vez fez uma partida muito abaixo.

A excelente partida de Zé Vitor, o bom segundo tempo de Matheusinho, a desenvoltura de Erick, que conseguiu se desvencilhar da marcação cearense depois que os caras estavam com um a menos, e, sem sombra de dúvida, as monstruosas partidas de Luan Candido (o quarto jogo voando baixo) e Lucas Arcanjo, garantiram nossa classificação para a próxima fase.

KAYZER CIRÚRGICO

O placar magro diante dos cearenses pode passar a falsa impressão a um leitor desavisado de que só fizemos isso durante toda a partida. Mas, na verdade, o atual Vitória, graças à presença de Zé Vitor, melhorou a qualidade de seu chute à média distância e finalizou vinte e duas vezes na partida, sendo que dez foram no alvo. É uma evolução condizente com o que quero e precisamos? Óbvio que não. Mas é uma evolução digna de nota.

A classificação veio, mas não foi tranquila. Os dois lances que quase resultaram em mais uma noite de chuva e desclassificação no Barradão, como infelizmente foi recorrente por anos, surgiram não de uma displicência da equipe, como alguns teóricos da conspiração se apressaram em dizer ontem à noite. O Vitória tem praticamente um time inteiro no DM ou fora da temporada e, apesar da boa sequência de jogos que vem fazendo atualmente, não há como não decair fisicamente e tentar “tirar o pé” em alguns momentos dos jogos.

Parem de xaxo e comemorem a classificação. Agora é virar a chave porque temos o Fluminense, fora de casa, no Maracanã.

 

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