O Brasileirão é, por si só, uma competição muito difícil. Para um clube como o nosso, que tem um elenco com deficiências técnicas evidentes e um dos menores orçamentos da competição, é ainda mais difícil. Mas, como se não bastasse o azar da enorme quantidade de jogadores no DM neste início de temporada, a CBF, de forma acintosa e deliberada, decidiu nos roubar descaradamente.
O primeiro jogo contra o São Paulo: em uma conduta violenta clara, Marco Antônio agrediu Baralhas e não foi expulso. Para que o tricolor paulista tivesse um jogador a menos, foi necessário que o zagueiro dos caras chutasse a cabeça de Matheusinho. Contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, Luiz Araujo e Saul acertaram a cabeça de Ramon e Caique com o cotovelo, e Arrascaeta pisou no tornozelo de Ramon. Embora tenham sido em competições diferentes, o que une estes lances é o fato de o VAR não fazer o seu papel e sugerir revisão.
No jogo de ontem, com jogadores atuando no sacrifício, titulares afastados por lesões e jogadores improvisados, conseguimos marcar contra o Athético-PR. Mas, em uma espécie de trinca demoníaca, a CBF, por intermédio da sua trupe de árbitros, decidiu dar apenas amarelo por um CHUTE NA PERNA de Zé Vitor, inventou uma penalidade e manteve em campo o zagueiro dos caras que quase fraturou a perna de Renê.
O VAR SERVE PARA QUE OU A QUEM?
A recorrência de lances absurdos da arbitragem escancara a certeza de que não é apenas uma questão de deficiência técnica. É uma clara manifestação de uma cultura preconceituosa e mal-intencionada por parte dos árbitros. O pior é que a CBF, que deveria condenar e punir este tipo de postura, acoberta. Digo isto porque, até hoje, o áudio do diálogo entre Daronco e o VAR, no Maracanã, não foi divulgado e não será. Mais do que isso, as decisões foram consideradas como normais, dentro do contexto do jogo.
Ontem, contra o Athletico-PR, eu temo estar certo… não acontecerá nada de diferente do que ocorreu no Rio de Janeiro. Fomos roubados descaradamente, e este não é um texto sobre o jogo ou mesmo nosso adversário, que tem qualidade para nos vencer, mas ter de enfrentá-los e, ainda, uma arbitragem tendenciosa impactou diretamente o resultado final.
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CONTRA O ATLHETICO E A CBF – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O Brasileirão é, por si só, uma competição muito difícil. Para um clube como o nosso, que tem um elenco com deficiências técnicas evidentes e um dos menores orçamentos da competição, é ainda mais difícil. Mas, como se não bastasse o azar da enorme quantidade de jogadores no DM neste início de temporada, a CBF, de forma acintosa e deliberada, decidiu nos roubar descaradamente.
O primeiro jogo contra o São Paulo: em uma conduta violenta clara, Marco Antônio agrediu Baralhas e não foi expulso. Para que o tricolor paulista tivesse um jogador a menos, foi necessário que o zagueiro dos caras chutasse a cabeça de Matheusinho. Contra o Flamengo, pela Copa do Brasil, Luiz Araujo e Saul acertaram a cabeça de Ramon e Caique com o cotovelo, e Arrascaeta pisou no tornozelo de Ramon. Embora tenham sido em competições diferentes, o que une estes lances é o fato de o VAR não fazer o seu papel e sugerir revisão.
No jogo de ontem, com jogadores atuando no sacrifício, titulares afastados por lesões e jogadores improvisados, conseguimos marcar contra o Athético-PR. Mas, em uma espécie de trinca demoníaca, a CBF, por intermédio da sua trupe de árbitros, decidiu dar apenas amarelo por um CHUTE NA PERNA de Zé Vitor, inventou uma penalidade e manteve em campo o zagueiro dos caras que quase fraturou a perna de Renê.
O VAR SERVE PARA QUE OU A QUEM?
A recorrência de lances absurdos da arbitragem escancara a certeza de que não é apenas uma questão de deficiência técnica. É uma clara manifestação de uma cultura preconceituosa e mal-intencionada por parte dos árbitros. O pior é que a CBF, que deveria condenar e punir este tipo de postura, acoberta. Digo isto porque, até hoje, o áudio do diálogo entre Daronco e o VAR, no Maracanã, não foi divulgado e não será. Mais do que isso, as decisões foram consideradas como normais, dentro do contexto do jogo.
Ontem, contra o Athletico-PR, eu temo estar certo… não acontecerá nada de diferente do que ocorreu no Rio de Janeiro. Fomos roubados descaradamente, e este não é um texto sobre o jogo ou mesmo nosso adversário, que tem qualidade para nos vencer, mas ter de enfrentá-los e, ainda, uma arbitragem tendenciosa impactou diretamente o resultado final.
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