Quem acompanha futebol sabe que nenhum time, por melhor que seja, consegue manter a qualidade de suas apresentações, sem entrosamento. Mas, por alguma razão inexplicável, no Vitória, isso parece “pegar de surpresa” uma parte da torcida.
Essa galera faz em suas analises a respeito do jogo recortes como “O time reserva do Vitória não venceu ainda na Lampions League”, “foi preciso apelar para vencer ontem”. Esse tipo de frase poderia facilmente ser interpretadas como piadas de mal gosto, mas não são. Quem as profere, de fato, acredita em cada uma das palavras que disse.
Na base destas falas está projeção de um Vitória que, por ser o único time da Serie A da competição, enfrenta não adversários dotados de qualidades técnicas, mas, sim, cones. E, portanto, o time reserva “tem a obrigação de dar chocolate”. Voltando ao mundo real, o Vitória venceu a partida, retomou a liderança do grupo e dependendo apenas de si para se classificar na primeira colocação e usufruir, como foi planejado pela comissão técnica, da vantagem de decidir seus jogos em nosso santuário, com o apoio de nossa torcida.
A COPA DO NORDESTE É NOSSO LABORATÓRIO
O objetivo da partida de ontem era oportunizar algumas peças do elenco, sobretudo nossa base, para termos noção de com quem podemos contar ao longo da temporada e descansar nossos titulares para o jogo contra o Corinthians. Kauan Coutinho, fez uma excelente partida em nossa zaga, Wanderson, que tem apenas 17 anos, mostrou personalidade e fez uma boa partida. Edenilson, mais uma vez performou bem e sobrou no jogo, atuando como um coringa em nosso sistema defensivo.
Renê, embora eu acredite que perde chances demais, foi outro que tem aproveitado suas chances e, como atacante vive de gols, a seu favor ele tem feito sua parte. O lado negativo foi notar que a má fase de Aitor não é por conta de estar jogando na ponta. Ontem ele fez uma partida apagadíssima. Ronald é outro que, enquanto atuou como volante não conseguiu desempenhar bem e, a meu ver, com sua simples presença tem puxado pra baixo o nível do setor; ontem ele fez isto mais uma vez.
O primeiro tempo do Vitória foi temeroso e, mesmo tendo saído com vantagem no placar, não apaga a imagem negativa. Quando Baralhas, Matheusinho, Ramon e principalmente Erick entraram, ficou evidente nosso entrosamento e protagonismo. Fizemos bem feito o que era esperado, dominamos as ações ofensivas, não tivemos grandes sustos na defesa e, mesmo com um a menos após a saída de Erick por lesão, mantivemos o domínio e retomamos a nosso lugar no grupo.
Fim de papo.
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O BÁSICO BEM FEITO – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Quem acompanha futebol sabe que nenhum time, por melhor que seja, consegue manter a qualidade de suas apresentações, sem entrosamento. Mas, por alguma razão inexplicável, no Vitória, isso parece “pegar de surpresa” uma parte da torcida.
Essa galera faz em suas analises a respeito do jogo recortes como “O time reserva do Vitória não venceu ainda na Lampions League”, “foi preciso apelar para vencer ontem”. Esse tipo de frase poderia facilmente ser interpretadas como piadas de mal gosto, mas não são. Quem as profere, de fato, acredita em cada uma das palavras que disse.
Na base destas falas está projeção de um Vitória que, por ser o único time da Serie A da competição, enfrenta não adversários dotados de qualidades técnicas, mas, sim, cones. E, portanto, o time reserva “tem a obrigação de dar chocolate”. Voltando ao mundo real, o Vitória venceu a partida, retomou a liderança do grupo e dependendo apenas de si para se classificar na primeira colocação e usufruir, como foi planejado pela comissão técnica, da vantagem de decidir seus jogos em nosso santuário, com o apoio de nossa torcida.
A COPA DO NORDESTE É NOSSO LABORATÓRIO
O objetivo da partida de ontem era oportunizar algumas peças do elenco, sobretudo nossa base, para termos noção de com quem podemos contar ao longo da temporada e descansar nossos titulares para o jogo contra o Corinthians. Kauan Coutinho, fez uma excelente partida em nossa zaga, Wanderson, que tem apenas 17 anos, mostrou personalidade e fez uma boa partida. Edenilson, mais uma vez performou bem e sobrou no jogo, atuando como um coringa em nosso sistema defensivo.
Renê, embora eu acredite que perde chances demais, foi outro que tem aproveitado suas chances e, como atacante vive de gols, a seu favor ele tem feito sua parte. O lado negativo foi notar que a má fase de Aitor não é por conta de estar jogando na ponta. Ontem ele fez uma partida apagadíssima. Ronald é outro que, enquanto atuou como volante não conseguiu desempenhar bem e, a meu ver, com sua simples presença tem puxado pra baixo o nível do setor; ontem ele fez isto mais uma vez.
O primeiro tempo do Vitória foi temeroso e, mesmo tendo saído com vantagem no placar, não apaga a imagem negativa. Quando Baralhas, Matheusinho, Ramon e principalmente Erick entraram, ficou evidente nosso entrosamento e protagonismo. Fizemos bem feito o que era esperado, dominamos as ações ofensivas, não tivemos grandes sustos na defesa e, mesmo com um a menos após a saída de Erick por lesão, mantivemos o domínio e retomamos a nosso lugar no grupo.
Fim de papo.
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