O texto de hoje caberia em um Twitter e, certamente, conseguiria explicar o que foi o jogo de ontem:
“O Vitória tomou três gols em seis minutos e fim.”
É isso, isto define o que foi mais uma derrota fora de casa no Brasileirão. Ano passado, demoramos vinte e nove rodadas para vencermos a primeira, contra o Santos, na Vila. Dito isto, mesmo que isso nos mostre um quadro menos ruim do que a temporada passada, não pode ser utilizado como muleta.
O jogo de ontem foi a primeira vez na temporada que, claramente, Jair Ventura optou por uma estratégia fadada ao fracasso. A exemplo do que aconteceu com o Grêmio, o Cruzeiro anulou nosso meio-campo, com uma partida muito abaixo de Baralhas e Martinez, o que, consequentemente, tirou nossa capacidade de fazer transições e utilizar o potencial de Matheusinho. Renzo, que tinha como função segurar a bola no ataque ao vencer as disputas aéreas, não conseguiu cumprir isso.
Eu, que por diversas vezes pontuei aqui que vejo Renzo como um potencial utilitário ao longo da temporada, mesmo reconhecendo que ele não teve tempo de jogo o bastante para concluirmos se, de fato, conseguirá nos ajudar ou não, acho muito pouco provável que ele tenha seu contrato renovado em julho. A única esperança é utilizá-lo na Lampions League, para ver se ele consegue fazer uma graça, porque, até agora, suas atuações, com exceção do jogo contra o Galo no Barradão, têm sido uma piada de muito mau gosto.
NATHAN ESTÁ FAZENDO HORA EXTRA COMO TITULAR
A exemplo do que aconteceu contra o Grêmio, Nathan foi engolido na valência em que ele potencialmente poderia nos ajudar, a fase defensiva. Só que, desta vez, ele sucumbiu para um guri da base dos caras, velho. A solução para estancar esta sangria é caseira, porque a sequência de boas partidas que Edenilson vem fazendo o qualificam a entrar no time. O pivete vem pedindo passagem desde o Baiano e, se Jair não vir isso e oportunizá-lo, será por cegueira ou teimosia.
Agora, com as suspensões de Baralhas e Martinez, é preciso repensar a maneira de jogar da nossa equipe fora de casa e, para mim, o mais provável é que voltemos a atuar com três volantes, além das saídas de Aitor e Nathan, porque, mesmo que ainda não esteja totalmente integrado ao plano de jogo de Jair, Tarzia tem conseguido mudar a dinâmica da partida sempre que entra. Imagino que Zé Vitor comporá a volância juntamente com Caique, Kayser voltará ao comando de ataque e Edenilson e Tarzia ganharão uma oportunidade como titulares.
O Cruzeiro venceu com sobras e não fez mais porque decidiu pisar no freio no segundo tempo. A projeção inicial era sair destas duas rodadas fora com quatro pontos e, agora, o que nos restam três em disputa. Que venha a Chape!
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NOVA DERROTA, VELHO PROBLEMA – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O texto de hoje caberia em um Twitter e, certamente, conseguiria explicar o que foi o jogo de ontem:
“O Vitória tomou três gols em seis minutos e fim.”
É isso, isto define o que foi mais uma derrota fora de casa no Brasileirão. Ano passado, demoramos vinte e nove rodadas para vencermos a primeira, contra o Santos, na Vila. Dito isto, mesmo que isso nos mostre um quadro menos ruim do que a temporada passada, não pode ser utilizado como muleta.
O jogo de ontem foi a primeira vez na temporada que, claramente, Jair Ventura optou por uma estratégia fadada ao fracasso. A exemplo do que aconteceu com o Grêmio, o Cruzeiro anulou nosso meio-campo, com uma partida muito abaixo de Baralhas e Martinez, o que, consequentemente, tirou nossa capacidade de fazer transições e utilizar o potencial de Matheusinho. Renzo, que tinha como função segurar a bola no ataque ao vencer as disputas aéreas, não conseguiu cumprir isso.
Eu, que por diversas vezes pontuei aqui que vejo Renzo como um potencial utilitário ao longo da temporada, mesmo reconhecendo que ele não teve tempo de jogo o bastante para concluirmos se, de fato, conseguirá nos ajudar ou não, acho muito pouco provável que ele tenha seu contrato renovado em julho. A única esperança é utilizá-lo na Lampions League, para ver se ele consegue fazer uma graça, porque, até agora, suas atuações, com exceção do jogo contra o Galo no Barradão, têm sido uma piada de muito mau gosto.
NATHAN ESTÁ FAZENDO HORA EXTRA COMO TITULAR
A exemplo do que aconteceu contra o Grêmio, Nathan foi engolido na valência em que ele potencialmente poderia nos ajudar, a fase defensiva. Só que, desta vez, ele sucumbiu para um guri da base dos caras, velho. A solução para estancar esta sangria é caseira, porque a sequência de boas partidas que Edenilson vem fazendo o qualificam a entrar no time. O pivete vem pedindo passagem desde o Baiano e, se Jair não vir isso e oportunizá-lo, será por cegueira ou teimosia.
Agora, com as suspensões de Baralhas e Martinez, é preciso repensar a maneira de jogar da nossa equipe fora de casa e, para mim, o mais provável é que voltemos a atuar com três volantes, além das saídas de Aitor e Nathan, porque, mesmo que ainda não esteja totalmente integrado ao plano de jogo de Jair, Tarzia tem conseguido mudar a dinâmica da partida sempre que entra. Imagino que Zé Vitor comporá a volância juntamente com Caique, Kayser voltará ao comando de ataque e Edenilson e Tarzia ganharão uma oportunidade como titulares.
O Cruzeiro venceu com sobras e não fez mais porque decidiu pisar no freio no segundo tempo. A projeção inicial era sair destas duas rodadas fora com quatro pontos e, agora, o que nos restam três em disputa. Que venha a Chape!
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