No BarraDisney o garoto se diverte! por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! O Bahia vence mais uma pelo Campeonato Baiano com time reserva, segue 100% na competição e já está classificado para as próximas fases do Baianão 2026. São 5 triunfos, 16 gols marcados e apenas 3 sofridos. E isso jogando apenas uma vez com o time principal, dentro de um planejamento claro. Como é bom ter gestão profissional, né?
Quando saiu a divulgação de que o Bahia não colocaria força máxima no primeiro Ba-Vi do ano, confesso que fiquei muito feliz. Era o clube mostrando uma maturidade absurda, agindo como instituição profissional — e não com a emoção de torcedor que acha que sabe gerir um time. Foi impossível não lembrar da declaração do presidente do ex-rival: “o Bahia treme no Barradão”.
E com apenas três titulares, contra a força máxima dos donos da casa, lá foi o Tricolor pro palco do último título do Bahia de Campeão Baiano.
O jogo começou nervoso, com erros de passe bobos. O adversário parecia um time inglês da década de 1980: só cruzamento na área, mas pouca efetividade. Apenas duas cabeçadas levaram perigo real — uma na trave e outra defendida com qualidade por Ronaldo. Depois da parada técnica, os ânimos se acalmaram e o Bahia passou a incomodar.
Teve bela cobrança de falta de Nestor. Depois, o próprio Nestor cruza na área para a chegada de Dell, que havia entrado no lugar de Ruan Pablo, e o pivete acerta o travessão. Na sequência, Caio Alexandre solta um foguete que passa perto. Aos 42, Nestor chuta com perigo por cima da trave.
Eles ainda respondem com novo escanteio no segundo pau, mas a finalização foi digna de baba de rua.
VIRA O LADO
O Bahia volta desligado e, aos 3 minutos, em novo cruzamento na área (agora de falta), a bola acerta o travessão de Ronaldo. Aos 15, porém, o goleiro inicia a jogada do gol.
Lançamento de Ronaldo (nunca critiquei) para Nestor (nunca critiquei). Ele lança de primeira para Iago Borduchi (nunca critiquei), que avança livre pela Avenida Canhota de Canabrava. Dell corre ao lado, espera o marcador sair no lateral e se posiciona atrás da linha de três zagueiros. O passe vem perfeito, o pivete broca e dá números finais: 1×0 Bahia.
Pulga ainda sofre pênalti, mas Pombo fez o que pombo sempre faz: sujeira. Não chamou para revisão. Caio Alexandre, da entrada da área, bate colocado; o goleiro espalma. Dell quase marca o segundo.
Willian José ganha no alto, gira e chuta para fora. Kike pedala, cruza na cabeça de Willian, a bola sobra para Pulga, que chega batendo pra fora.
E foi só.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
A disparidade só aumenta. Agora são 505 Ba-Vis, com 197 triunfos do Bahia, 154 empates e 154 derrotas. Nos últimos 30 confrontos, são 12 vitórias do Bahia e apenas 5 derrotas. Mas hoje foi especial: atropelar o time titular deles com um pivete que não tem nem idade pra dirigir.
E como disse o maior ex-presidente da história deles: a disparidade só tende a aumentar.
Foco no Brasileirão. Nossos clássicos começam agora. Porque o Campeonato Baiano é para nossos times B e C ganharem ritmo de jogo.
Foco na Libertadores! E BBMP! A setinha tá pra cima!
PS: a galera saiu pra comer água mas o pai de Dell não deixou ele ir.
Diga aí. Que achou?
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No BarraDisney o garoto se diverte! por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! O Bahia vence mais uma pelo Campeonato Baiano com time reserva, segue 100% na competição e já está classificado para as próximas fases do Baianão 2026. São 5 triunfos, 16 gols marcados e apenas 3 sofridos. E isso jogando apenas uma vez com o time principal, dentro de um planejamento claro. Como é bom ter gestão profissional, né?
Quando saiu a divulgação de que o Bahia não colocaria força máxima no primeiro Ba-Vi do ano, confesso que fiquei muito feliz. Era o clube mostrando uma maturidade absurda, agindo como instituição profissional — e não com a emoção de torcedor que acha que sabe gerir um time. Foi impossível não lembrar da declaração do presidente do ex-rival: “o Bahia treme no Barradão”.
E com apenas três titulares, contra a força máxima dos donos da casa, lá foi o Tricolor pro palco do último título do Bahia de Campeão Baiano.
O jogo começou nervoso, com erros de passe bobos. O adversário parecia um time inglês da década de 1980: só cruzamento na área, mas pouca efetividade. Apenas duas cabeçadas levaram perigo real — uma na trave e outra defendida com qualidade por Ronaldo. Depois da parada técnica, os ânimos se acalmaram e o Bahia passou a incomodar.
Teve bela cobrança de falta de Nestor. Depois, o próprio Nestor cruza na área para a chegada de Dell, que havia entrado no lugar de Ruan Pablo, e o pivete acerta o travessão. Na sequência, Caio Alexandre solta um foguete que passa perto. Aos 42, Nestor chuta com perigo por cima da trave.
Eles ainda respondem com novo escanteio no segundo pau, mas a finalização foi digna de baba de rua.
VIRA O LADO
O Bahia volta desligado e, aos 3 minutos, em novo cruzamento na área (agora de falta), a bola acerta o travessão de Ronaldo. Aos 15, porém, o goleiro inicia a jogada do gol.
Lançamento de Ronaldo (nunca critiquei) para Nestor (nunca critiquei). Ele lança de primeira para Iago Borduchi (nunca critiquei), que avança livre pela Avenida Canhota de Canabrava. Dell corre ao lado, espera o marcador sair no lateral e se posiciona atrás da linha de três zagueiros. O passe vem perfeito, o pivete broca e dá números finais: 1×0 Bahia.
Pulga ainda sofre pênalti, mas Pombo fez o que pombo sempre faz: sujeira. Não chamou para revisão. Caio Alexandre, da entrada da área, bate colocado; o goleiro espalma. Dell quase marca o segundo.
Willian José ganha no alto, gira e chuta para fora. Kike pedala, cruza na cabeça de Willian, a bola sobra para Pulga, que chega batendo pra fora.
E foi só.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
A disparidade só aumenta. Agora são 505 Ba-Vis, com 197 triunfos do Bahia, 154 empates e 154 derrotas. Nos últimos 30 confrontos, são 12 vitórias do Bahia e apenas 5 derrotas. Mas hoje foi especial: atropelar o time titular deles com um pivete que não tem nem idade pra dirigir.
E como disse o maior ex-presidente da história deles: a disparidade só tende a aumentar.
Foco no Brasileirão. Nossos clássicos começam agora. Porque o Campeonato Baiano é para nossos times B e C ganharem ritmo de jogo.
Foco na Libertadores! E BBMP! A setinha tá pra cima!
PS: a galera saiu pra comer água mas o pai de Dell não deixou ele ir.
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