Gangue de Pivetes ataca novamente. Agora, em Feira – por Erick Cerqueira
Fala Nação Tricolor. Véi, cadê a PM da Bahia que não tá agindo? Alô, Sargento Hipólito! Esses pivetes já meteram a zorra num turista de Jequié, em Salvador, e agora foram pra cima dos feirenses lá na casa dos caras. Onde nós vamos parar? Daqui a pouco seremos odiados…
A Gangue dos Pivetes de Aço aprontaram de novo. Na Arena Cajueiro, a vítima da vez foi o Tremendão. E os sacaninhas começaram com tudo. Do meio da rua o zagueirão Fredi meteu la muzenza pra cima do goleiro, que espalmou pra frente, feão. O beque dos caras leva pra lateral, toma pressão e toca errado pro goleiro. Ruan Pablo recupera e toca pra trás. Dell se atrapalha, a bola sobra pra David Martins bater forte mas nas mãos do goleiro Milton.
Aos 17 minutos, uma tabela pelo meio e Ruan Pablo serve Rezende e, como narrou meu filho Thor: MINHA NOSSA SENHORA! O IMPOSSÍVEL ACONTECEU, MEU DEUS DO CÉU! Um chutaço de fora da área, na bochecha da trave. 1×0 pra gente.
Ruan Pablo, de novo ele, vai pela lateral, corta pra dentro e chuta colocado. Milton tira.
Zé Guilherme, também pela esquerda, cruza na cabeça de Dell. Milton tira.
Agora vai. Zé serve Ruan Pablo, que chuta forte de fora e… Milton tira. Mas dessa vez ele espalmou nos pés de Dell. E aí, melhor pro Haaland do Sertão, pra sair o primeiro gol dele como profissional. Parabéns, pivete. 2×0.
VIRA O LADO
E o jogo fica morto. O Bahia se poupando e os donos da casa pareciam conformados.
Até que Zé Guilherme mete um balaço de fora da área, aos 27 minutos, pra acordar o goleiro, o time, a torcida e o narrador da TVE – por sinal, péssima narração. O cara parece que não sabe o nome de nenhum jogador. Devia ser obrigatório passar pelo rádio pra chegar a TV. Ele só fala nome dos jogadores quando sai o gol. Pra quem não enxerga direito, passou dos 40, fica difícil acompanhar. Melhora aí, barão. Na moral. “Mim ajudi”.
Palácios, o artilheiro da série b do ano passado que subiu com o Galícia, teve duas chances de diminuir, mas ficou na zaga.
Até que Erick, nome de craque, faz um golaço de fora da área pra fechar o caixão do Tremendão. Um golaço! 3×0 e volta logo pra Salvador porque a viagem é cansativa,
BORA BAÊA MINHA PORRA!
O time alternativo/ misto/ sub-20/ não-titular (nem sei mais como definir essa porra) segue 100% no Baianão. A estratégia Tricolor de mesclar jogadores que jogaram pouco em 2025, com os meninos, vem dando muito mais certo que a maluquice de largar só o time da Base, como nos anos anteriores. Ceni a beira do gramado também dá outro ânimo aos garotos.
E o resultado é que os triunfos vão aparecendo sem muito sacrifício. A gangue dos Pivetes já meteu 7 gols e sofreu apenas 2 em duas partidas.
“Ain, mas Baiano não é parâmetro pra nada e…”. Se você leu isso no whatsapp, vá ver o que essa pessoa falou ano passado quando perdeu o primeiro jogo do Baiano…
Ceni lançou mais 2 pivetes no campo, Lian e Caio Suassuna, sobrinho neto do gigantesco Ariano. A Base vai ganhando peso, experiência e visibilidade. E as coisas estão fluindo conforme o planejado.
Neste sábado, o meu Esquadrão vai pegar o meu Galícia (estou no marketing do Granadeiro, inclusive sigam a gente lá no instagram) na Fonte, pra partir meu coração em 2 pedaços. E claro, irei torcer pro time que tem o escudo azul, branco e vermelho. Arriba e Bora! A certeza é que estarei na Fonte.
Diga aí. Que achou?
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Gangue de Pivetes ataca novamente. Agora, em Feira – por Erick Cerqueira
Fala Nação Tricolor. Véi, cadê a PM da Bahia que não tá agindo? Alô, Sargento Hipólito! Esses pivetes já meteram a zorra num turista de Jequié, em Salvador, e agora foram pra cima dos feirenses lá na casa dos caras. Onde nós vamos parar? Daqui a pouco seremos odiados…
A Gangue dos Pivetes de Aço aprontaram de novo. Na Arena Cajueiro, a vítima da vez foi o Tremendão. E os sacaninhas começaram com tudo. Do meio da rua o zagueirão Fredi meteu la muzenza pra cima do goleiro, que espalmou pra frente, feão. O beque dos caras leva pra lateral, toma pressão e toca errado pro goleiro. Ruan Pablo recupera e toca pra trás. Dell se atrapalha, a bola sobra pra David Martins bater forte mas nas mãos do goleiro Milton.
Aos 17 minutos, uma tabela pelo meio e Ruan Pablo serve Rezende e, como narrou meu filho Thor: MINHA NOSSA SENHORA! O IMPOSSÍVEL ACONTECEU, MEU DEUS DO CÉU! Um chutaço de fora da área, na bochecha da trave. 1×0 pra gente.
Ruan Pablo, de novo ele, vai pela lateral, corta pra dentro e chuta colocado. Milton tira.
Zé Guilherme, também pela esquerda, cruza na cabeça de Dell. Milton tira.
Agora vai. Zé serve Ruan Pablo, que chuta forte de fora e… Milton tira. Mas dessa vez ele espalmou nos pés de Dell. E aí, melhor pro Haaland do Sertão, pra sair o primeiro gol dele como profissional. Parabéns, pivete. 2×0.
VIRA O LADO
E o jogo fica morto. O Bahia se poupando e os donos da casa pareciam conformados.
Até que Zé Guilherme mete um balaço de fora da área, aos 27 minutos, pra acordar o goleiro, o time, a torcida e o narrador da TVE – por sinal, péssima narração. O cara parece que não sabe o nome de nenhum jogador. Devia ser obrigatório passar pelo rádio pra chegar a TV. Ele só fala nome dos jogadores quando sai o gol. Pra quem não enxerga direito, passou dos 40, fica difícil acompanhar. Melhora aí, barão. Na moral. “Mim ajudi”.
Palácios, o artilheiro da série b do ano passado que subiu com o Galícia, teve duas chances de diminuir, mas ficou na zaga.
Até que Erick, nome de craque, faz um golaço de fora da área pra fechar o caixão do Tremendão. Um golaço! 3×0 e volta logo pra Salvador porque a viagem é cansativa,
BORA BAÊA MINHA PORRA!
O time alternativo/ misto/ sub-20/ não-titular (nem sei mais como definir essa porra) segue 100% no Baianão. A estratégia Tricolor de mesclar jogadores que jogaram pouco em 2025, com os meninos, vem dando muito mais certo que a maluquice de largar só o time da Base, como nos anos anteriores. Ceni a beira do gramado também dá outro ânimo aos garotos.
E o resultado é que os triunfos vão aparecendo sem muito sacrifício. A gangue dos Pivetes já meteu 7 gols e sofreu apenas 2 em duas partidas.
“Ain, mas Baiano não é parâmetro pra nada e…”. Se você leu isso no whatsapp, vá ver o que essa pessoa falou ano passado quando perdeu o primeiro jogo do Baiano…
Ceni lançou mais 2 pivetes no campo, Lian e Caio Suassuna, sobrinho neto do gigantesco Ariano. A Base vai ganhando peso, experiência e visibilidade. E as coisas estão fluindo conforme o planejado.
Neste sábado, o meu Esquadrão vai pegar o meu Galícia (estou no marketing do Granadeiro, inclusive sigam a gente lá no instagram) na Fonte, pra partir meu coração em 2 pedaços. E claro, irei torcer pro time que tem o escudo azul, branco e vermelho. Arriba e Bora! A certeza é que estarei na Fonte.





