Bahia broca no Modo Avião e agenda voo pro G5 no domingo – por Erick Cerqueira

Por Por 04/ 12/ 2025Categorias: Bahia, Campeonato Brasileiro, Futebol

Fala, Nação Tricolor! Final de temporada, último jogo em casa contra o lanterna dos lanternas da história do Campeonato Brasileiro, eles com medo de tomar goleada e o Bahia com medo de cansar além do necessário. Resultado: Bahia fez 2×0 e ligou o Modo Avião. Que venha o Fluminense.

Nas arquibancadas, depois do mosaico, passei a maior parte do tempo fazendo aviãozinho de papel com a cartolina vermelha, brincando com meu filho. Porque a gente sabia que no campo, o gol sairia sem muito esforço.

O Bahia jogou como se estivesse treinando contra o Sub-20. Deixou para o Sport o honroso título de não ter sido goleado, mesmo com o Bahia jogando no automático, graças ao goleiro deles.

E depois de umas 10 chances de gol, 80% de posse de bola, coube a Rodrigo Nestor abrir o placar depois de uma assistência de Ademir e um belo giro. 1×0;

Willian José jogou com uma preguiça de final de tarde do domingo depois da praia. Ainda perdeu um pênalti. Não sei porque voltou pro segundo tempo. Na saída, após umas 8 chances de gols, teve gente vaiando o time que saiu ganhando. Aí complica.

Vira o lado!

O Bahia volta com 10 centavos mais de vontade e Jubinha frete grátis, aquele que viu o Sport ser rebaixado matematicamente do banco da Seleção Brasileira, sai levando de um lado a outro da área pra fazer um golaço. 2×0.

E quando todos esperavam Danilo Fernandes em campo pra sua despedida, Ceni ficou com medo porque o time tava muito acomodado em campo, e não mataram a porra do jogo no primeiro tempo. Sacanagem.

Ali já poderia ter apitado o final do jogo, porque ninguém queria mais nada. E o modo Avião em campo fez a Torcida voltar a fazer avião nas arquibancadas e só comemorar depois do apito final.

BORA BAÊA MINHA PORRA!

Na saída ainda encontrei meu povo, e meu tio Camarão (o terceiro da foto), que retornou à Fonte após 6 anos afastado. Mais uma alegria sem tamanho para esse coração Tricolor.

Vamos avaliar a campanha do Bahia, esse ano na Fonte. Foram incríveis 42 jogos em casa. Vencemos 32 partidas e perdemos apenas 5. A Torcida Tricolor gritou 83 vezes a expressão “GOL, PORRA!”.

Em apenas 3 partidas, saímos com o grito entalado na garganta, na derrota com o Sub-20 pro Atlético de Alagoinhas, no primeiro Ba-Vi do ano e contra o América de Cali.

O time igualou o recorde de triunfos em casa, conquistado em 1986, quando vencemos 32 partidas na Fonte, comandados por Cláudio Adão e Bobô. Aquele ano, vencemos 14 partidas pelo Campeonato Brasileiro, esse ano, 17.

Que venha o Fluminense. E que o Bahia traga a última e maior felicidade pra gente esse ano. Já pensou fechar o ano com 63 pontos e a vaga direta na Fase de Grupos da Libertadores? Eu já 🙂

Com esse time na arquibancada, não tinha como dar errado: Juvi, Pinguim, Camarão, Bililiu, Thor, Esc e Foguete

Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

Diga aí. Que achou?

Compartilhe nas redes

Bahia broca no Modo Avião e agenda voo pro G5 no domingo – por Erick Cerqueira

Por Por 04/ 12/ 2025Categorias: Bahia, Campeonato Brasileiro, Futebol

Fala, Nação Tricolor! Final de temporada, último jogo em casa contra o lanterna dos lanternas da história do Campeonato Brasileiro, eles com medo de tomar goleada e o Bahia com medo de cansar além do necessário. Resultado: Bahia fez 2×0 e ligou o Modo Avião. Que venha o Fluminense.

Nas arquibancadas, depois do mosaico, passei a maior parte do tempo fazendo aviãozinho de papel com a cartolina vermelha, brincando com meu filho. Porque a gente sabia que no campo, o gol sairia sem muito esforço.

O Bahia jogou como se estivesse treinando contra o Sub-20. Deixou para o Sport o honroso título de não ter sido goleado, mesmo com o Bahia jogando no automático, graças ao goleiro deles.

E depois de umas 10 chances de gol, 80% de posse de bola, coube a Rodrigo Nestor abrir o placar depois de uma assistência de Ademir e um belo giro. 1×0;

Willian José jogou com uma preguiça de final de tarde do domingo depois da praia. Ainda perdeu um pênalti. Não sei porque voltou pro segundo tempo. Na saída, após umas 8 chances de gols, teve gente vaiando o time que saiu ganhando. Aí complica.

Vira o lado!

O Bahia volta com 10 centavos mais de vontade e Jubinha frete grátis, aquele que viu o Sport ser rebaixado matematicamente do banco da Seleção Brasileira, sai levando de um lado a outro da área pra fazer um golaço. 2×0.

E quando todos esperavam Danilo Fernandes em campo pra sua despedida, Ceni ficou com medo porque o time tava muito acomodado em campo, e não mataram a porra do jogo no primeiro tempo. Sacanagem.

Ali já poderia ter apitado o final do jogo, porque ninguém queria mais nada. E o modo Avião em campo fez a Torcida voltar a fazer avião nas arquibancadas e só comemorar depois do apito final.

BORA BAÊA MINHA PORRA!

Na saída ainda encontrei meu povo, e meu tio Camarão (o terceiro da foto), que retornou à Fonte após 6 anos afastado. Mais uma alegria sem tamanho para esse coração Tricolor.

Vamos avaliar a campanha do Bahia, esse ano na Fonte. Foram incríveis 42 jogos em casa. Vencemos 32 partidas e perdemos apenas 5. A Torcida Tricolor gritou 83 vezes a expressão “GOL, PORRA!”.

Em apenas 3 partidas, saímos com o grito entalado na garganta, na derrota com o Sub-20 pro Atlético de Alagoinhas, no primeiro Ba-Vi do ano e contra o América de Cali.

O time igualou o recorde de triunfos em casa, conquistado em 1986, quando vencemos 32 partidas na Fonte, comandados por Cláudio Adão e Bobô. Aquele ano, vencemos 14 partidas pelo Campeonato Brasileiro, esse ano, 17.

Que venha o Fluminense. E que o Bahia traga a última e maior felicidade pra gente esse ano. Já pensou fechar o ano com 63 pontos e a vaga direta na Fase de Grupos da Libertadores? Eu já 🙂

Com esse time na arquibancada, não tinha como dar errado: Juvi, Pinguim, Camarão, Bililiu, Thor, Esc e Foguete

Compartilhe nas redes

Diga aí. Que achou?

Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

Apoio

ESC3d - Designer Gráfico e Marketing