Bahia apresenta: Os Trapalhões em Caxias do Sul – por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! Era pra gente estar comemorando a classificação pra Libertadores? Era. Era pra chegar aqui e ler coisas boas sobre a nossa caminhada em 2025? Era. Era pra gente estar comemorando a 5ª colocação? Era. Mas a gente acordou com uma pergunta: como não fizeram aquele gol com 3 chances na pequena área? Por que ninguém tocou pra Cauly? Vamos lá!
O Bahia entrou em campo contra o moralmente rebaixado Juventude com a simples missão de não ser o Bahia fora de casa. E não conseguiu.
O time começou fingindo ser o time da Fonte Nova e fez 20 minutos muito bons, dominando as ações, impondo seu ritmo de jogo. Mas o gol saiu num contra-ataque rápido.
Everton Ribeiro puxa, sai da falta, toca pra Willian que abre pra Ademir. Meu 7 vai pra cima do zagueiro no x1, corta pra dentro e faz um golaço! 0x1.
Aí a desconfiança foi pra casa da zorra! Com 20 minutos, jogador bem, contra um time rebaixado… Vamos golear.
Que porra nenhuma. O time simplesmente implodiu em campo. Só deu Juventude. E o mapa da mina foi o lado direito da defesa do Bahia.
E por ali saiu o gol.
O cara passou por Ademir, Gilberto não encostou pra evitar o cruzamento, o cara chutou rasteiro. O atacante deles dominou e girou como se não houvesse Gabriel Xavier atrás dele. Gol de empate. Gol de baba. 1×1.
O Bahia assustou com uma falta de Juba, num mini escanteio. E foi só.
VIROU O LADO E VIROU BABA
E Nestor entrou. Chutou forte de fora, o goleiro deu rebote, mas a zaga salvou com 13 segundos de jogo.
Aos 20, os caras trocaram passes de cabeça na área do Bahia e sobrou pro zagueiro fazer um golaço de bicicleta. Havia 9 jogadores do Bahia dentro da grande área. A sorte é que um deles estava impedido.
E depois foi só cruzamento pela direita pra área do Bahia e pras defesas de Ronaldo. O lado direito não existiu, mas o goleiro tricolor — tão questionado — fez milagres.
Aos 47, na única jogada pelo lado esquerdo da defesa do Bahia, cruzamento na área e Negueba cabeceou forte — e Ronaldo fez mais um milagre.
E veio o lance do jogo.
Nestor puxa contra-ataque, serve Juba, que cruza pra área. O zagueiro tira errado, sobra pra Tiago debaixo do gol, sem goleiro. Ele toca pra trás, Ademir chuta no zagueiro, a bola volta pra Gilberto e acerta o mesmo zagueiro. Na volta, o cara tira de voleio da cabeça de Ademir. Lance digno de Os Trapalhões.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
O Bahia jogou contra 3 times do Z4, nesse segundo turno e não venceu nenhum deles. E agora vem o Sport pra gente mudar isso.
Rebaixamos os caras mas não conseguimos vencer. Que fase horrorosa fora de casa. Agora é rezar pro Botafogo, perder pro Corinthians e Cruzeiro, vencer o Sport e decidir a 5ª colocação contra o Fluminense, no Rio.
Tá fácil? Não.
Mas admita: como é bom chegar no final do ano e fazer contas pra ir pra Fase de Grupos da Libertadores e não pra evitar rebaixamento, né?
Novos e bons tempos!
Diga aí. Que achou?
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Bahia apresenta: Os Trapalhões em Caxias do Sul – por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! Era pra gente estar comemorando a classificação pra Libertadores? Era. Era pra chegar aqui e ler coisas boas sobre a nossa caminhada em 2025? Era. Era pra gente estar comemorando a 5ª colocação? Era. Mas a gente acordou com uma pergunta: como não fizeram aquele gol com 3 chances na pequena área? Por que ninguém tocou pra Cauly? Vamos lá!
O Bahia entrou em campo contra o moralmente rebaixado Juventude com a simples missão de não ser o Bahia fora de casa. E não conseguiu.
O time começou fingindo ser o time da Fonte Nova e fez 20 minutos muito bons, dominando as ações, impondo seu ritmo de jogo. Mas o gol saiu num contra-ataque rápido.
Everton Ribeiro puxa, sai da falta, toca pra Willian que abre pra Ademir. Meu 7 vai pra cima do zagueiro no x1, corta pra dentro e faz um golaço! 0x1.
Aí a desconfiança foi pra casa da zorra! Com 20 minutos, jogador bem, contra um time rebaixado… Vamos golear.
Que porra nenhuma. O time simplesmente implodiu em campo. Só deu Juventude. E o mapa da mina foi o lado direito da defesa do Bahia.
E por ali saiu o gol.
O cara passou por Ademir, Gilberto não encostou pra evitar o cruzamento, o cara chutou rasteiro. O atacante deles dominou e girou como se não houvesse Gabriel Xavier atrás dele. Gol de empate. Gol de baba. 1×1.
O Bahia assustou com uma falta de Juba, num mini escanteio. E foi só.
VIROU O LADO E VIROU BABA
E Nestor entrou. Chutou forte de fora, o goleiro deu rebote, mas a zaga salvou com 13 segundos de jogo.
Aos 20, os caras trocaram passes de cabeça na área do Bahia e sobrou pro zagueiro fazer um golaço de bicicleta. Havia 9 jogadores do Bahia dentro da grande área. A sorte é que um deles estava impedido.
E depois foi só cruzamento pela direita pra área do Bahia e pras defesas de Ronaldo. O lado direito não existiu, mas o goleiro tricolor — tão questionado — fez milagres.
Aos 47, na única jogada pelo lado esquerdo da defesa do Bahia, cruzamento na área e Negueba cabeceou forte — e Ronaldo fez mais um milagre.
E veio o lance do jogo.
Nestor puxa contra-ataque, serve Juba, que cruza pra área. O zagueiro tira errado, sobra pra Tiago debaixo do gol, sem goleiro. Ele toca pra trás, Ademir chuta no zagueiro, a bola volta pra Gilberto e acerta o mesmo zagueiro. Na volta, o cara tira de voleio da cabeça de Ademir. Lance digno de Os Trapalhões.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
O Bahia jogou contra 3 times do Z4, nesse segundo turno e não venceu nenhum deles. E agora vem o Sport pra gente mudar isso.
Rebaixamos os caras mas não conseguimos vencer. Que fase horrorosa fora de casa. Agora é rezar pro Botafogo, perder pro Corinthians e Cruzeiro, vencer o Sport e decidir a 5ª colocação contra o Fluminense, no Rio.
Tá fácil? Não.
Mas admita: como é bom chegar no final do ano e fazer contas pra ir pra Fase de Grupos da Libertadores e não pra evitar rebaixamento, né?
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