Estreamos com vitória no Brasileirão, depois de dezessete anos. Tudo é muito prematuro, o campeonato é muito longo e, mais importante do que fazer boas apresentações, é preciso considerar se conseguiremos manter a constância, além de observar a qualidade do adversário que enfrentamos ontem e dos que enfrentaremos daqui por diante.
Dito isto, que partida assombrosamente incrível Dudu fez ontem, senhores. O banco inteiro entrou muito bem, é claro. Mas meu destaque vai para Dudu porque é a primeira vez no ano em que ele nos mostrou quanto a qualidade de seu futebol potencializa os jogadores ao seu redor. Haja vista os dois distintos tempos feitos por Baralhas que, ao lado dele, no segundo tempo, pisou mais vezes no último terço e fez gol.
UM JOGO E ALGUNS RECADOS
Acredito que a partida de ontem foi o momento para consolidar algumas verdades. A primeira delas é que, se quisermos levar a campo um time mais equilibrado, diminuindo as chances de erros e criando uma cena de crime ao vencer o Palmeiras fora de casa, teremos que escalar Jamerson na lateral esquerda e, talvez, considerar a titularidade de Dudu na volância.
Kayzer, o Peter Parker de Ondina, não pode perder tantos gols como tem feito nos últimos dois jogos. Nossos adversários das próximas duas rodadas erram muito pouco, e cada chance é A CHANCE. A sombra de Marinho e o banco de Eric fizeram bem a ele e, desta vez, parece que o recado foi dado por Jair Ventura… “jogue bola ou você ficará no alvo do mini míssil aleatório”. Fabri, embora seja evidente para todos, tem limitações absurdas, mas o nível de perturbação que ele causa nas defesas adversárias o condicionará a nos ajudar muito, assim como fez ontem.
O resultado foi importante para mostrar que o sistema com três zagueiros não deve ser demonizado e que, se não conseguimos resultados favoráveis, como foi no último clássico, tem muito mais a ver com as condições das peças no dia da partida do que propriamente com a tática utilizada. Mateuzinho certamente levou um puxão de orelha de Jotapê após o jogo. Nosso Mini Messi foi o único que jogou bem no primeiro tempo, mas não pode desperdiçar oportunidades como as de ontem. No entanto, graças a mais uma partida tenebrosa do bom jogador Aitor, não me surpreenderia se ele perdesse a titularidade.
A próxima partida é contra o time da Tia Leila, que andou falando bobagem a respeito da gente no ano passado, contou com a ajuda da arbitragem para vencer nosso Sub17 na copinha e vai nos encarar pela primeira vez desde que disse que venceria a gente com seu Sub20. Mas, a gente vai vencer o time dela principal na próxima rodada. Amém, igreja?
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DEIXAMOS O REMO A VER NAVIO – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Estreamos com vitória no Brasileirão, depois de dezessete anos. Tudo é muito prematuro, o campeonato é muito longo e, mais importante do que fazer boas apresentações, é preciso considerar se conseguiremos manter a constância, além de observar a qualidade do adversário que enfrentamos ontem e dos que enfrentaremos daqui por diante.
Dito isto, que partida assombrosamente incrível Dudu fez ontem, senhores. O banco inteiro entrou muito bem, é claro. Mas meu destaque vai para Dudu porque é a primeira vez no ano em que ele nos mostrou quanto a qualidade de seu futebol potencializa os jogadores ao seu redor. Haja vista os dois distintos tempos feitos por Baralhas que, ao lado dele, no segundo tempo, pisou mais vezes no último terço e fez gol.
UM JOGO E ALGUNS RECADOS
Acredito que a partida de ontem foi o momento para consolidar algumas verdades. A primeira delas é que, se quisermos levar a campo um time mais equilibrado, diminuindo as chances de erros e criando uma cena de crime ao vencer o Palmeiras fora de casa, teremos que escalar Jamerson na lateral esquerda e, talvez, considerar a titularidade de Dudu na volância.
Kayzer, o Peter Parker de Ondina, não pode perder tantos gols como tem feito nos últimos dois jogos. Nossos adversários das próximas duas rodadas erram muito pouco, e cada chance é A CHANCE. A sombra de Marinho e o banco de Eric fizeram bem a ele e, desta vez, parece que o recado foi dado por Jair Ventura… “jogue bola ou você ficará no alvo do mini míssil aleatório”. Fabri, embora seja evidente para todos, tem limitações absurdas, mas o nível de perturbação que ele causa nas defesas adversárias o condicionará a nos ajudar muito, assim como fez ontem.
O resultado foi importante para mostrar que o sistema com três zagueiros não deve ser demonizado e que, se não conseguimos resultados favoráveis, como foi no último clássico, tem muito mais a ver com as condições das peças no dia da partida do que propriamente com a tática utilizada. Mateuzinho certamente levou um puxão de orelha de Jotapê após o jogo. Nosso Mini Messi foi o único que jogou bem no primeiro tempo, mas não pode desperdiçar oportunidades como as de ontem. No entanto, graças a mais uma partida tenebrosa do bom jogador Aitor, não me surpreenderia se ele perdesse a titularidade.
A próxima partida é contra o time da Tia Leila, que andou falando bobagem a respeito da gente no ano passado, contou com a ajuda da arbitragem para vencer nosso Sub17 na copinha e vai nos encarar pela primeira vez desde que disse que venceria a gente com seu Sub20. Mas, a gente vai vencer o time dela principal na próxima rodada. Amém, igreja?





