Bahia broca e vai pra cima do Z4 pra chegar ao G5 – por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! Precisamos falar sobre algumas coisas hoje, até porque fiquei um tempo sem escrever e sem ir ao estádio. E nesse período uma coisa me incomodou muito: senhores, parem de ficar dando importância ao que fala qualquer carinha de internet do sul/sudeste sobre o Bahia. Eles não estão nem aí pro clube e têm sempre impressões imprecisas que norteiam opiniões bestas.
Vamos logo falar da frase idiota da TNT Sports: “o Bahia está andando de lado”. Quando me mandaram aquele vídeo, lembrei da frase clássica do diplomata Daniel Patrick Moynihan: “Todos têm direito à própria opinião, mas não aos seus próprios fatos.”
A evolução ignorada
E aí nem precisa pegar o recorte do acesso da Série B 2022, da campanha de fuga da queda em 2023. Vamos focar só nesse último ano. Em 2024 a gente perdeu o Baiano, foi eliminado da Copa do Nordeste antes da final, não disputou nenhuma competição internacional e lutamos pra não perder a 8ª posição do Brasileiro até a última rodada.
Então, que “não-evolução” é essa, se em 2025 vencemos Baiano e o Nordeste (feito pela última vez em 2002), avançamos pra fase de grupos da Libertadores (que a gente não jogava desde 1989), jogamos a Sul-americana (após 4 anos), estamos brigando pela 5ª posição há umas 20 rodadas, e por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores? Sem contar que rompemos a barreira da melhor campanha de pontos corridos, com 3 rodadas ainda por fazer. Então, senhores do TNT: até o grande Pierre Costa, o garoto da foto, já viu a evolução.
A fala é equivocada porque ela não leva em conta nada disso. E vocês acham mesmo que Victor Lopes, Marcelo Bechler e Renato Rodrigues estão se importando com o histórico para avaliar a nossa ascensão nesses últimos 3 anos? Claro que não.
E o jogo do Vasco?
O Bahia teve 16 finalizações, sendo 4 no gol. E o Vasco apenas 5, com 1 no gol. Foram 11 escanteios pro Tricolor e apenas 1 pro time do técnico mais supervalorizado da história do futebol. Sem contar os 200 cruzamentos errados na cabeça dos zagueiros ou nas mãos do goleiro dos caras.
Foi um amasso em cima de um dos cruzmaltinos mais covardes que eu já vi na Fonte.
O Bahia começou com o ataque titular, mas com Acevedo no lugar de Caio. E aí vale ressaltar a absurda partida de alguns caras nesse jogo.
A segurança do sistema defensivo foi um dos pontos altos da partida. O Vasco só conseguiu chegar ao goleiro Ronaldo uma vez, e num peteleco de fora da área de Rian. Arias e Kanivis voltaram muito bem ao time. Mingo foi o gigante de sempre e Juba se superou na marcação.
A meiuca, com o gigante Acevedo, fechava a porta pro ataque vascaíno. Nosso 10, pqp… desfrutem desse momento de ver esse jovem de 36 anos jogando com a camisa do nosso time. E Jean Lucas brigou muito, mas pouco produziu com a bola no pé.
No ataque, uma partidaça de Ademir, um dos melhores em campo.
Willian José foi um artilheiro sem gols. E Pulga, que errou quase tudo, fez o gol da partida.
Um jogador dos caras, nem vou citar nomes, entrou em campo pra ser expulso logo depois.
Ceni tira Jean, Everton e Willian. Entram Cauly, Michel e Caio. O time ganha velocidade e inflama a torcida.
E na jogada subsequente, veio o gol do alívio: escanteio curto, cruzamento de Ademir no segundo pau e Erick Pulga estava lá pra colocar o Bahia na 6ª posição do Brasileirão. 1×0.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
Agora é voltar a vencer os times do Z4 e se firmar no G5. Mais dois triunfos e acredito que a fase de grupos vira realidade. Pra um time que não anda de lado, porque a setinha está pra cima!
Diga aí. Que achou?
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Bahia broca e vai pra cima do Z4 pra chegar ao G5 – por Erick Cerqueira
Fala, Nação Tricolor! Precisamos falar sobre algumas coisas hoje, até porque fiquei um tempo sem escrever e sem ir ao estádio. E nesse período uma coisa me incomodou muito: senhores, parem de ficar dando importância ao que fala qualquer carinha de internet do sul/sudeste sobre o Bahia. Eles não estão nem aí pro clube e têm sempre impressões imprecisas que norteiam opiniões bestas.
Vamos logo falar da frase idiota da TNT Sports: “o Bahia está andando de lado”. Quando me mandaram aquele vídeo, lembrei da frase clássica do diplomata Daniel Patrick Moynihan: “Todos têm direito à própria opinião, mas não aos seus próprios fatos.”
A evolução ignorada
E aí nem precisa pegar o recorte do acesso da Série B 2022, da campanha de fuga da queda em 2023. Vamos focar só nesse último ano. Em 2024 a gente perdeu o Baiano, foi eliminado da Copa do Nordeste antes da final, não disputou nenhuma competição internacional e lutamos pra não perder a 8ª posição do Brasileiro até a última rodada.
Então, que “não-evolução” é essa, se em 2025 vencemos Baiano e o Nordeste (feito pela última vez em 2002), avançamos pra fase de grupos da Libertadores (que a gente não jogava desde 1989), jogamos a Sul-americana (após 4 anos), estamos brigando pela 5ª posição há umas 20 rodadas, e por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores? Sem contar que rompemos a barreira da melhor campanha de pontos corridos, com 3 rodadas ainda por fazer. Então, senhores do TNT: até o grande Pierre Costa, o garoto da foto, já viu a evolução.
A fala é equivocada porque ela não leva em conta nada disso. E vocês acham mesmo que Victor Lopes, Marcelo Bechler e Renato Rodrigues estão se importando com o histórico para avaliar a nossa ascensão nesses últimos 3 anos? Claro que não.
E o jogo do Vasco?
O Bahia teve 16 finalizações, sendo 4 no gol. E o Vasco apenas 5, com 1 no gol. Foram 11 escanteios pro Tricolor e apenas 1 pro time do técnico mais supervalorizado da história do futebol. Sem contar os 200 cruzamentos errados na cabeça dos zagueiros ou nas mãos do goleiro dos caras.
Foi um amasso em cima de um dos cruzmaltinos mais covardes que eu já vi na Fonte.
O Bahia começou com o ataque titular, mas com Acevedo no lugar de Caio. E aí vale ressaltar a absurda partida de alguns caras nesse jogo.
A segurança do sistema defensivo foi um dos pontos altos da partida. O Vasco só conseguiu chegar ao goleiro Ronaldo uma vez, e num peteleco de fora da área de Rian. Arias e Kanivis voltaram muito bem ao time. Mingo foi o gigante de sempre e Juba se superou na marcação.
A meiuca, com o gigante Acevedo, fechava a porta pro ataque vascaíno. Nosso 10, pqp… desfrutem desse momento de ver esse jovem de 36 anos jogando com a camisa do nosso time. E Jean Lucas brigou muito, mas pouco produziu com a bola no pé.
No ataque, uma partidaça de Ademir, um dos melhores em campo.
Willian José foi um artilheiro sem gols. E Pulga, que errou quase tudo, fez o gol da partida.
Um jogador dos caras, nem vou citar nomes, entrou em campo pra ser expulso logo depois.
Ceni tira Jean, Everton e Willian. Entram Cauly, Michel e Caio. O time ganha velocidade e inflama a torcida.
E na jogada subsequente, veio o gol do alívio: escanteio curto, cruzamento de Ademir no segundo pau e Erick Pulga estava lá pra colocar o Bahia na 6ª posição do Brasileirão. 1×0.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
Agora é voltar a vencer os times do Z4 e se firmar no G5. Mais dois triunfos e acredito que a fase de grupos vira realidade. Pra um time que não anda de lado, porque a setinha está pra cima!





