Setinha pra cima na pausa da Copa! por Erick Cerqueira

Por Por 01/ 06/ 2026Categorias: Bahia, Campeonato Brasileiro
Fala, Nação Tricolor! Como prometido, voltei pra Fonte depois de 50 dias pra gente espantar essa zica. Levei o reforço do meu filho e nos grupos já comemorava o triunfo antes mesmo da bola rolar. E foi do jeitinho que o psiquiatra gosta. Papo de maluquice.

O Bahia entrou em campo debaixo de muita chuva e desconfianças. Mas coberto pelo apoio de sua torcida, que lembrou os velhos tempos da Fonte Nova.

Um clima gostoso e debaixo de muita água. Nada ali era mais importante que o triunfo. Má fase, eliminações impensáveis, derrotas para zebras históricas, nada. Era o momento de fechar o primeiro semestre e passar a Copa brigando onde sempre brigou nesses últimos dois anos. Na parte de cima da tabela.

E mesmo debaixo d’água, veio mais uma ducha de água fria. Aos 6 minutos de jogo, Gilberto recua na fogueira, David Duarte espana pra meia-lua, o pivete da base deles dribla dois e me faz um golaço na Fonte Nova. 0x1.

Na hora, pensei: a BAMOR vai parar. Vão começar os muxoxos, a chatice… que nada. A bateria nem piscou. Era dia de triunfo e fim de papo.

O Botafogo era melhor. Montoro perdeu duas chances seguidas. Até que aos 17, o time tentou reagir com Pulga, dentro da área, chutando pra fora.

Aí veio o lance capital. Artur Cabral chutou, Ronaldo fez grande defesa, mas ficou perdido sem saber onde a bola estava. Medina pegou de virada e chutou pro gol, mas Erick defendeu de cabeça. Era papo de “a bola não vai entrar” (lá ele).

Falei pra meu filho: todo time erra, entrega uma bola, fura… mas contra a gente essas pestes acertam tudo.

O jogo começou a mudar

O Bahia reage. Nestor chuta de longe, a bola sobra no pé de Willian José, na marca do pênalti, e ele entrega na mão do goleiro. Mas era dia anti-zica.

O goleiro faz cera, fica 11 segundos com a bola. O juiz determina o escanteio. O goleiro xinga o árbitro e é expulso.

Agora vai!

Segundo tempo e o Bahia pressiona a saída de bola. O zagueiro vai recuar e o goleiro faz uma lambança inacreditável. 1×1.

Aos 33, David Duarte dá uma entregada bisonha, mas Ronaldo salva.

Sanabria toca pra Nestor, que dá uma tabaca no zagueiro e cruza. Willian José chega atrasado.

Nestor chuta cruzado com perigo.

Escanteio e Erick dá uma cabeçada perfeita. O goleiro defende e a bola para na linha, mas o zagueiro chega antes.

A estrela tricolor apareceu

E quando tudo parecia perdido, veio a mística da estrela Tricolor.

Nestor toca pra Everaldo, que dá um passe perfeito para Ademir. O fumacinha, que tinha errado tudo, acerta o cruzamento pra área. Nestor faz um corta-luz perfeito e a bola sobra para David Duarte dar números finais ao jogo e ao semestre. 2×1.

BORA BAÊA MINHA PORRA!

Bicampeão Baiano Invicto, com 3 empates e 9 triunfos.

Eliminado de forma vergonhosa pelo O’Higgins com uma derrota e um empate.

Eliminado de forma vexatória na Copa do Brasil para o Remo com duas derrotas.

Mas fecha o primeiro semestre com um triunfo importante que nos coloca em 6º lugar e a 3 pontos do 5º colocado, com um jogo a menos.

Agora é respirar, assistir à Copa, se reforçar e focar num segundo semestre ainda melhor pra alcançar nosso objetivo do ano: a vaga na Libertadores.

E saibam: não importa o que digam, sempre estarei contigo!

Resenheiro extra-oficial do Único TIME BI CAMPEÃO BRASILEIRO entre Minas Gerais e o pólo Norte. Pós graduado em Gestão Esportiva, publicitário, parcial, Torcedor do Bahia e pai de Thor.

Diga aí. Que achou?

Compartilhe nas redes

Setinha pra cima na pausa da Copa! por Erick Cerqueira

Por Por 01/ 06/ 2026Categorias: Bahia, Campeonato Brasileiro
Fala, Nação Tricolor! Como prometido, voltei pra Fonte depois de 50 dias pra gente espantar essa zica. Levei o reforço do meu filho e nos grupos já comemorava o triunfo antes mesmo da bola rolar. E foi do jeitinho que o psiquiatra gosta. Papo de maluquice.

O Bahia entrou em campo debaixo de muita chuva e desconfianças. Mas coberto pelo apoio de sua torcida, que lembrou os velhos tempos da Fonte Nova.

Um clima gostoso e debaixo de muita água. Nada ali era mais importante que o triunfo. Má fase, eliminações impensáveis, derrotas para zebras históricas, nada. Era o momento de fechar o primeiro semestre e passar a Copa brigando onde sempre brigou nesses últimos dois anos. Na parte de cima da tabela.

E mesmo debaixo d’água, veio mais uma ducha de água fria. Aos 6 minutos de jogo, Gilberto recua na fogueira, David Duarte espana pra meia-lua, o pivete da base deles dribla dois e me faz um golaço na Fonte Nova. 0x1.

Na hora, pensei: a BAMOR vai parar. Vão começar os muxoxos, a chatice… que nada. A bateria nem piscou. Era dia de triunfo e fim de papo.

O Botafogo era melhor. Montoro perdeu duas chances seguidas. Até que aos 17, o time tentou reagir com Pulga, dentro da área, chutando pra fora.

Aí veio o lance capital. Artur Cabral chutou, Ronaldo fez grande defesa, mas ficou perdido sem saber onde a bola estava. Medina pegou de virada e chutou pro gol, mas Erick defendeu de cabeça. Era papo de “a bola não vai entrar” (lá ele).

Falei pra meu filho: todo time erra, entrega uma bola, fura… mas contra a gente essas pestes acertam tudo.

O jogo começou a mudar

O Bahia reage. Nestor chuta de longe, a bola sobra no pé de Willian José, na marca do pênalti, e ele entrega na mão do goleiro. Mas era dia anti-zica.

O goleiro faz cera, fica 11 segundos com a bola. O juiz determina o escanteio. O goleiro xinga o árbitro e é expulso.

Agora vai!

Segundo tempo e o Bahia pressiona a saída de bola. O zagueiro vai recuar e o goleiro faz uma lambança inacreditável. 1×1.

Aos 33, David Duarte dá uma entregada bisonha, mas Ronaldo salva.

Sanabria toca pra Nestor, que dá uma tabaca no zagueiro e cruza. Willian José chega atrasado.

Nestor chuta cruzado com perigo.

Escanteio e Erick dá uma cabeçada perfeita. O goleiro defende e a bola para na linha, mas o zagueiro chega antes.

A estrela tricolor apareceu

E quando tudo parecia perdido, veio a mística da estrela Tricolor.

Nestor toca pra Everaldo, que dá um passe perfeito para Ademir. O fumacinha, que tinha errado tudo, acerta o cruzamento pra área. Nestor faz um corta-luz perfeito e a bola sobra para David Duarte dar números finais ao jogo e ao semestre. 2×1.

BORA BAÊA MINHA PORRA!

Bicampeão Baiano Invicto, com 3 empates e 9 triunfos.

Eliminado de forma vergonhosa pelo O’Higgins com uma derrota e um empate.

Eliminado de forma vexatória na Copa do Brasil para o Remo com duas derrotas.

Mas fecha o primeiro semestre com um triunfo importante que nos coloca em 6º lugar e a 3 pontos do 5º colocado, com um jogo a menos.

Agora é respirar, assistir à Copa, se reforçar e focar num segundo semestre ainda melhor pra alcançar nosso objetivo do ano: a vaga na Libertadores.

E saibam: não importa o que digam, sempre estarei contigo!

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