O Vitória voltou do Maracanã, na última rodada do Brasileirão, com um empate que, se o coro de lamentação de parte de nosso torcedor for tão extenso quanto parece, nos mostra que a evolução que eu tenho dito há tanto tempo segue a passos largos. Digo isso não porque nosso desempenho em campo tenha sido espetacular, mas sim porque, em uma competição como o Brasileirão, o que mais conta é pontuar em jogos importantes e buscar vencer a todo custo.
Nós enfrentamos o Fluminense, na terceira colocação, sendo que estávamos com os desfalques de nossas referências técnicas em todos os setores do campo. Afinal, na defesa, não pudemos contar com Cacá, que sentiu a coxa e foi poupado; no meio de campo, Matheusinho ficou de fora por suspensão; e, no ataque, Erick, que foi punido pelo STJD, cumpriu sua pena justamente neste jogo. Ainda assim, nós conseguimos competir de maneira exemplar.
É pouco? Sim. O torcedor está certo em sempre responder desta forma.
RONALD, SE SAIA, VÉI. NA MORAL.
A pressa para criticar Arcanjo por ter falhado no gol de empate dos caras é, a meu ver, uma das ações mais injustas que vi no futebol. Lucas Arcanjo é, nos últimos cinco anos, o melhor jogador do Vitória e já nos salvou, inclusive contra o Flu, inúmeras vezes. Ele falhou, de fato, mas a crucificação deve ser feita a Tarzia e a Ronald, que tiveram diante de si a oportunidade de liquidar a partida e impor o placar de 4 a 1 no Fluminense e, por conta de suas burrices, contribuíram para o frustrante empate.
A verdade é que, embora eu seja um defensor da lógica de sempre optar por recuperar jogadores e extrair ao máximo do humano por trás do profissional, sinceramente, vendo o quão improdutivo Ronald tem sido e como suas participações nas partidas em que entra têm comprometido o time, não há nada a ser feito com este rapaz, a não ser emprestá-lo para algum time da Série B.
A escolha de Jair Ventura de modificar o esquema tático e levar a campo dois centroavantes deu certo. Não importa se, durante grande parte do jogo, Kayser, por exemplo, não conseguiu acertar nada. O que será contabilizado é que ele fez um gol e deu um passe para o gol de Renê e, em bom baianês, o resto é resto.
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O TIME DE JAIR COMEÇOU A SE ALINHAR – POR EMERSON LEANDRO SILVA
O Vitória voltou do Maracanã, na última rodada do Brasileirão, com um empate que, se o coro de lamentação de parte de nosso torcedor for tão extenso quanto parece, nos mostra que a evolução que eu tenho dito há tanto tempo segue a passos largos. Digo isso não porque nosso desempenho em campo tenha sido espetacular, mas sim porque, em uma competição como o Brasileirão, o que mais conta é pontuar em jogos importantes e buscar vencer a todo custo.
Nós enfrentamos o Fluminense, na terceira colocação, sendo que estávamos com os desfalques de nossas referências técnicas em todos os setores do campo. Afinal, na defesa, não pudemos contar com Cacá, que sentiu a coxa e foi poupado; no meio de campo, Matheusinho ficou de fora por suspensão; e, no ataque, Erick, que foi punido pelo STJD, cumpriu sua pena justamente neste jogo. Ainda assim, nós conseguimos competir de maneira exemplar.
É pouco? Sim. O torcedor está certo em sempre responder desta forma.
RONALD, SE SAIA, VÉI. NA MORAL.
A pressa para criticar Arcanjo por ter falhado no gol de empate dos caras é, a meu ver, uma das ações mais injustas que vi no futebol. Lucas Arcanjo é, nos últimos cinco anos, o melhor jogador do Vitória e já nos salvou, inclusive contra o Flu, inúmeras vezes. Ele falhou, de fato, mas a crucificação deve ser feita a Tarzia e a Ronald, que tiveram diante de si a oportunidade de liquidar a partida e impor o placar de 4 a 1 no Fluminense e, por conta de suas burrices, contribuíram para o frustrante empate.
A verdade é que, embora eu seja um defensor da lógica de sempre optar por recuperar jogadores e extrair ao máximo do humano por trás do profissional, sinceramente, vendo o quão improdutivo Ronald tem sido e como suas participações nas partidas em que entra têm comprometido o time, não há nada a ser feito com este rapaz, a não ser emprestá-lo para algum time da Série B.
A escolha de Jair Ventura de modificar o esquema tático e levar a campo dois centroavantes deu certo. Não importa se, durante grande parte do jogo, Kayser, por exemplo, não conseguiu acertar nada. O que será contabilizado é que ele fez um gol e deu um passe para o gol de Renê e, em bom baianês, o resto é resto.
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