Uma das razões para o futebol ser uma das maluquices apaixonantes da humanidade foi exemplificada no jogo de ontem pelo Brasileirão. O Vitória foi melhor durante todo o primeiro tempo, acuou o Flamengo, fez sumir Paquetá e Arrascaeta e dificultou a saída de bola dos caras, que tiveram que nos parar com faltas em cima de faltas. Aí, do nada, em um piscar de olhos, perdemos o foco no meio de campo e, em dois vacilos, os caras vazaram a meta do espantalho que temos embaixo das traves.
O Brasileirão não perdoa, velho, e o futebol não é sobre justiça, e sim eficiência.
O Flamengo chutou durante toda a partida duas bolas no nosso gol e converteu as duas. Este mesmo Flamengo nos aplicou uma sonora goleada no Maracanã no ano passado. Se deixarmos de lado a justa irritação pela perda de pontos que, mais uma vez no Barradão, contra o próprio Flamengo, nos escapou pelas mãos, é possível enxergar uma mudança significativa em nossa postura dentro de campo.
“Não importa, perdemos, o resto é conversa pra boi dormir”, dirão alguns. Amassamos o Flamengo e os engolimos, lá ele, de maneira física e tática, de uma forma como não tínhamos feito em nenhum dos últimos cinco confrontos. Dito isto, é preciso acentuar…
Que porra, Kayzer!
Dois vacilos nos fizeram tomar dois gols e, em um terceiro, perder a partida. É claro que Kayzer tem moral com o torcedor e não é o único culpado da derrota. No entanto, grande parcela da responsabilidade pela perda de pontos é dele, sim. Eu espero em Deus que esse vacilo seja utilizado para melhorar sua entrega ao time e nos ajude a vencer jogos.
Se você me acompanha aqui, sabe que eu opto por ver o copo meio cheio, quase sempre. O fato de lances de falta de atenção terem acontecido primeiro contra o Palmeiras, sabiamente corrigidos por Jair com as substituições de Neris e Zé Marcos, (Gabriel tem de ser o próximo a vazar), e ontem terem se repetido contra o Flamengo, nos dá chances de corrigir ao longo da competição, sobretudo por conta do possível adiamento das partidas contra Botafogo e Bahia.
DUDU BEM MENTALMENTE É UMA RESERVA TÉCNICA MONSTRUOSA
Ele já havia entrado bem em Barueri, conquistou a titularidade e ontem jogou de terno. O entrosamento com o pai de JP, somado à assombrosa e obediente partida que Caique fez ontem, fizeram com que nós amassássemos o melhor meio-campo do país e da América Latina. Camutanga também foi outro que se impôs com inteligência e venceu todos os duelos contra Pedro.
A postura de ontem tem de ser o nosso modus operandi para o restante da competição. Se conseguirmos isso, certamente teremos um ano menos tenso do que o ano passado e, no mínimo, mordiscaremos uma vaga na Sul-Americana. Ainda é muito cedo para fazer projeções? Sim, é claro. Ninguém usará adjetivos positivos ao time logo após uma derrota em casa. Mas dizer que o que fizemos ontem não nos traz esperança de que é possível extrair muito mais deste elenco seria um pessimismo galopante.
Ps: Jair, por favor, tire a titularidade de Ramon, pelo amor de Deus, assim que possível. Este rapaz tem as características de um triatleta, corre, pedala e nada.
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A SERIE A NÃO PERDOA CABACISSE – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Uma das razões para o futebol ser uma das maluquices apaixonantes da humanidade foi exemplificada no jogo de ontem pelo Brasileirão. O Vitória foi melhor durante todo o primeiro tempo, acuou o Flamengo, fez sumir Paquetá e Arrascaeta e dificultou a saída de bola dos caras, que tiveram que nos parar com faltas em cima de faltas. Aí, do nada, em um piscar de olhos, perdemos o foco no meio de campo e, em dois vacilos, os caras vazaram a meta do espantalho que temos embaixo das traves.
O Brasileirão não perdoa, velho, e o futebol não é sobre justiça, e sim eficiência.
O Flamengo chutou durante toda a partida duas bolas no nosso gol e converteu as duas. Este mesmo Flamengo nos aplicou uma sonora goleada no Maracanã no ano passado. Se deixarmos de lado a justa irritação pela perda de pontos que, mais uma vez no Barradão, contra o próprio Flamengo, nos escapou pelas mãos, é possível enxergar uma mudança significativa em nossa postura dentro de campo.
“Não importa, perdemos, o resto é conversa pra boi dormir”, dirão alguns. Amassamos o Flamengo e os engolimos, lá ele, de maneira física e tática, de uma forma como não tínhamos feito em nenhum dos últimos cinco confrontos. Dito isto, é preciso acentuar…
Que porra, Kayzer!
Dois vacilos nos fizeram tomar dois gols e, em um terceiro, perder a partida. É claro que Kayzer tem moral com o torcedor e não é o único culpado da derrota. No entanto, grande parcela da responsabilidade pela perda de pontos é dele, sim. Eu espero em Deus que esse vacilo seja utilizado para melhorar sua entrega ao time e nos ajude a vencer jogos.
Se você me acompanha aqui, sabe que eu opto por ver o copo meio cheio, quase sempre. O fato de lances de falta de atenção terem acontecido primeiro contra o Palmeiras, sabiamente corrigidos por Jair com as substituições de Neris e Zé Marcos, (Gabriel tem de ser o próximo a vazar), e ontem terem se repetido contra o Flamengo, nos dá chances de corrigir ao longo da competição, sobretudo por conta do possível adiamento das partidas contra Botafogo e Bahia.
DUDU BEM MENTALMENTE É UMA RESERVA TÉCNICA MONSTRUOSA
Ele já havia entrado bem em Barueri, conquistou a titularidade e ontem jogou de terno. O entrosamento com o pai de JP, somado à assombrosa e obediente partida que Caique fez ontem, fizeram com que nós amassássemos o melhor meio-campo do país e da América Latina. Camutanga também foi outro que se impôs com inteligência e venceu todos os duelos contra Pedro.
A postura de ontem tem de ser o nosso modus operandi para o restante da competição. Se conseguirmos isso, certamente teremos um ano menos tenso do que o ano passado e, no mínimo, mordiscaremos uma vaga na Sul-Americana. Ainda é muito cedo para fazer projeções? Sim, é claro. Ninguém usará adjetivos positivos ao time logo após uma derrota em casa. Mas dizer que o que fizemos ontem não nos traz esperança de que é possível extrair muito mais deste elenco seria um pessimismo galopante.
Ps: Jair, por favor, tire a titularidade de Ramon, pelo amor de Deus, assim que possível. Este rapaz tem as características de um triatleta, corre, pedala e nada.
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