A primeira vitória fora de casa no Brasileirão, a primeira vez que nosso Mini Messi entrou em campo e fez aquilo que sempre soubemos que ele é capaz de fazer… resolver o jogo pra gente. No jogo passado, vencido com sobras, Kayzer encerrou seu jejum de gols e agora Matheusinho escreve seu nome em mais um capítulo da história do Leão.
É claro que o fato de encararmos, na sequência, dois seres aquáticos — primeiro as sereias de Itinga e agora o Peixe da Vila — era a tabela finalmente nos sorrindo. E, se é que estamos falando de “primeira vez”, até que enfim uma (ou melhor, duas) decisões de um árbitro finalmente nos favoreceram (diga-se de passagem, por pura justiça).
O JOGO VENCIDO DO JEITO QUE DEU
Nenhum torcedor esperava que, fora de casa, nosso time desse um espetáculo, dominasse a partida contra a bem-treinada equipe do Santos e não sofresse durante o jogo. A verdade é que sabemos das limitações da nosso time, e vencer por um gol já seria goleada — sobretudo por conta do tabu de nunca ter vencido na Vila.
Dito isto, estamos tão cônscios do modesto elenco que havia quem tivesse traçado como “plano” empatar com o Santos e contar com o Barradão frente ao Corinthians. Mas a verdade é que Jair Ventura conseguiu, em apenas cinco jogos à frente da mesma equipe de antes, devolver a alma que tanto cobrávamos e fazer o que Carpini e Carille juntos não conseguiram… vencer jogos importantes de maneira cirúrgica, mesmo com desfalques numerosos.
A próxima partida será em nosso santuário, e é certo que a gente vai fazer da arquibancada uma arma letal de apoio incondicional ao nosso time. A minha esperança é que nossa diretoria nos ajude e coloque o preço promocional no ingresso — afinal, o que teve de gente empenhando partes do corpo pra pagar o valor do ingresso no jogo da última rodada, frente às sardinhas, não está no gibi. É claro que ver a tremedeira de sempre dos nossos fregueses “sem-teto” valeu a pena, mas, pelo amor de Deus, Fábio Mota, dê uma segurada aí, pai!
MENÇÃO HONROSA
É preciso salientar a segunda excelente partida que Ramon fez. O jogo no sacrifício, em prol do time, que Baralhas, Neris e Edu fizeram ontem. Esse tipo de atitude demonstra o compromisso necessário que certamente nos tirará da zona de rebaixamento. Por último, e não menos importante, é preciso evidenciar, mais uma vez, a regularidade de Lucas Arcanjo e, sem sombra de dúvidas, a nossa malandragem de “amarrar” a partida em momentos pontuais — dando um recado à Série A:
Preta, ainda estamos vivos, não desista da gente. O Vitória é pra quem acredita!
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SE É DO MAR A GENTE PÕE NA REDE – POR EMERSON LEANDRO SILVA
A primeira vitória fora de casa no Brasileirão, a primeira vez que nosso Mini Messi entrou em campo e fez aquilo que sempre soubemos que ele é capaz de fazer… resolver o jogo pra gente. No jogo passado, vencido com sobras, Kayzer encerrou seu jejum de gols e agora Matheusinho escreve seu nome em mais um capítulo da história do Leão.
É claro que o fato de encararmos, na sequência, dois seres aquáticos — primeiro as sereias de Itinga e agora o Peixe da Vila — era a tabela finalmente nos sorrindo. E, se é que estamos falando de “primeira vez”, até que enfim uma (ou melhor, duas) decisões de um árbitro finalmente nos favoreceram (diga-se de passagem, por pura justiça).
O JOGO VENCIDO DO JEITO QUE DEU
Nenhum torcedor esperava que, fora de casa, nosso time desse um espetáculo, dominasse a partida contra a bem-treinada equipe do Santos e não sofresse durante o jogo. A verdade é que sabemos das limitações da nosso time, e vencer por um gol já seria goleada — sobretudo por conta do tabu de nunca ter vencido na Vila.
Dito isto, estamos tão cônscios do modesto elenco que havia quem tivesse traçado como “plano” empatar com o Santos e contar com o Barradão frente ao Corinthians. Mas a verdade é que Jair Ventura conseguiu, em apenas cinco jogos à frente da mesma equipe de antes, devolver a alma que tanto cobrávamos e fazer o que Carpini e Carille juntos não conseguiram… vencer jogos importantes de maneira cirúrgica, mesmo com desfalques numerosos.
A próxima partida será em nosso santuário, e é certo que a gente vai fazer da arquibancada uma arma letal de apoio incondicional ao nosso time. A minha esperança é que nossa diretoria nos ajude e coloque o preço promocional no ingresso — afinal, o que teve de gente empenhando partes do corpo pra pagar o valor do ingresso no jogo da última rodada, frente às sardinhas, não está no gibi. É claro que ver a tremedeira de sempre dos nossos fregueses “sem-teto” valeu a pena, mas, pelo amor de Deus, Fábio Mota, dê uma segurada aí, pai!
MENÇÃO HONROSA
É preciso salientar a segunda excelente partida que Ramon fez. O jogo no sacrifício, em prol do time, que Baralhas, Neris e Edu fizeram ontem. Esse tipo de atitude demonstra o compromisso necessário que certamente nos tirará da zona de rebaixamento. Por último, e não menos importante, é preciso evidenciar, mais uma vez, a regularidade de Lucas Arcanjo e, sem sombra de dúvidas, a nossa malandragem de “amarrar” a partida em momentos pontuais — dando um recado à Série A:
Preta, ainda estamos vivos, não desista da gente. O Vitória é pra quem acredita!
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