Dezesseis anos depois, o maior do Nordeste voltou a uma final de Lampions e disputará, assim como a seleção brasileira, um hexa. Quem diz que não é peixe pequeno é desinformado ou está “mordidinho”, porque seus últimos meses se resumem a nos ver pela TV, com o controle em uma das mãos e o secador ligado na outra.
A verdade é que nossa campanha até aqui não é vistosa como certamente todo torcedor gostaria que fosse, mas é inegável que ela tem o DNA deste time e se resume à superação, eficiência, garra e organização. Quando estas características dão a base para uma campanha, a sorte decide nos favorecer. Nós goleamos no jogo de ida, vencemos de virada no jogo de volta e fizemos isso descansando parte do elenco, porque nosso calendário vai nos pôr de frente com o Santos pelo Brasileirão na próxima rodada.
A GRANDE FINAL SERÁ NO BARRADÃO
Desde o início da competição, o objetivo era fazer a melhor campanha e trazer o último jogo para nossa casa. Nem tudo saiu como queríamos, é verdade, mas, no fim, teremos a chance de ver este time de Jair Ventura presenteando, de maneira merecida, essa torcida com o título da Lampions. Muitos sustentam o argumento de que, por sermos o único time da Série A, nós não fizemos nada além de nossa obrigação. Eu, particularmente, acho este discurso perigoso, arrogante e desrespeitoso, pois a divisão de um time é um retrato momentâneo, não uma prova cabal de inferioridade. Haja vista a dificuldade que o ABC nos impôs nos dois jogos.
O futebol é jogado, e qualquer coisa que ocorra fora das quatro linhas não passa de mera opinião ou malabarismo argumentativo. Carpini, em sua entrevista depois de bater o Sport na Ilha do Retiro, cravou que nós somos os favoritos, mas é óbvio que, em bom baianês, isso é puro xaxo.
Serão dois jogos difíceis, nada está ganho e não existe essa de favorito. Dito isso, como é bom voltar à final da Lampions. Vamo pra cima, Leão!
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NO RASTRO DA ORELHUDA – POR EMERSON LEANDRO SILVA
Dezesseis anos depois, o maior do Nordeste voltou a uma final de Lampions e disputará, assim como a seleção brasileira, um hexa. Quem diz que não é peixe pequeno é desinformado ou está “mordidinho”, porque seus últimos meses se resumem a nos ver pela TV, com o controle em uma das mãos e o secador ligado na outra.
A verdade é que nossa campanha até aqui não é vistosa como certamente todo torcedor gostaria que fosse, mas é inegável que ela tem o DNA deste time e se resume à superação, eficiência, garra e organização. Quando estas características dão a base para uma campanha, a sorte decide nos favorecer. Nós goleamos no jogo de ida, vencemos de virada no jogo de volta e fizemos isso descansando parte do elenco, porque nosso calendário vai nos pôr de frente com o Santos pelo Brasileirão na próxima rodada.
A GRANDE FINAL SERÁ NO BARRADÃO
Desde o início da competição, o objetivo era fazer a melhor campanha e trazer o último jogo para nossa casa. Nem tudo saiu como queríamos, é verdade, mas, no fim, teremos a chance de ver este time de Jair Ventura presenteando, de maneira merecida, essa torcida com o título da Lampions. Muitos sustentam o argumento de que, por sermos o único time da Série A, nós não fizemos nada além de nossa obrigação. Eu, particularmente, acho este discurso perigoso, arrogante e desrespeitoso, pois a divisão de um time é um retrato momentâneo, não uma prova cabal de inferioridade. Haja vista a dificuldade que o ABC nos impôs nos dois jogos.
O futebol é jogado, e qualquer coisa que ocorra fora das quatro linhas não passa de mera opinião ou malabarismo argumentativo. Carpini, em sua entrevista depois de bater o Sport na Ilha do Retiro, cravou que nós somos os favoritos, mas é óbvio que, em bom baianês, isso é puro xaxo.
Serão dois jogos difíceis, nada está ganho e não existe essa de favorito. Dito isso, como é bom voltar à final da Lampions. Vamo pra cima, Leão!
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