Decepção, raiva e frustração… mas em 3º no Brasileirão – por Erick Cerqueira
Fala, Nação! Véi, a gente desceu pro estádio ontem e na minha cabeça só passava uma coisa: esses caras tão de ressaca e vão me fazer passar raiva no começo do jogo, até engrenar. Mas, na verdade, a gente passou raiva em vários momentos.
Mas o Bahia veio pra cima do adversário com gosto de gás. Empilhou chances.
BLITZ TRICOLOR
O começo de jogo reservou logo uma grata surpresa. Pulga dispara, rouba a bola do goleiro deles e sofre pênalti. Willian José podia virar herói da partida, vai para a 5ª cobrança no ano e perde pela quarta vez — e não tem um cara com coragem pra dizer: “não, man. Deixa aí que eu cobro essa porra”. Vira vilão. No rebote, Luciano Juba vira o herói improvável e marca. Mas invadiu a área. Gol anulado acertadamente porque o invasor tirou vantagem.
No lance seguinte Xavier tenta um lançamento, erra e dá o contra-ataque pros caras. O craque deles avança, mas chuta fraco pra Ronaldo encaixar.
Xavier lança de novo, agora certo. Pulga briga, Willian José ajeita e Jean Lucas chuta nas mãos do goleiro.
Nestor chuta forte, quicando, o goleiro bate roupa, a bola encobre Jean Lucas, sobra pra Erick chutar pra fora.
Luciano Juba chuta fraco de fora da área nas mãos do goleiro.
Willian José ajeita na área pro chute de Erick, no travessão.
QUEM NÃO FAZ…
Aí… o Bahia perde o lance no ataque, toma o contra-ataque rápido, o cara erra o passe, Luciano Juba chega na cobertura e entrega a paçoca no pé do jogador deles. Candidato a herói, virou o vilão da assistência pro inimigo. Golaço de cobertura de um time que só fez isso no primeiro tempo.
Mas aos 50 minutos, um pouco de justiça. Meu volante na lateral direita cruzou pra Kike. Ele recua e toca pro volante — não o Acevedo, mas o que entrou no lugar dele. Erick faz o arco no segundo pau, Willian José cabeceia pro meio da área e Jean Lucas completa o déjà vu. 1×1.
VIRA O JOGO! E MUDA O JOGO
Se o primeiro tempo foi de muitas chances do Bahia, o segundo foi de um marasmo digno de ressaca de título.
De bom, de verdade, só um chute de Jean Lucas de fora — e pra fora — e uma cobrança rápida de lateral aos 50 minutos, onde Michel Araújo serviu Sanabria, que o goleiro deles defendeu.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
Com o tropeço inesperado na Fonte Nova, diante de mais de 43 mil torcedores, o Bahia caiu pra 3ª posição da tabela. O Tricolor chegou aos 8 pontos e poderia estar liderando o Brasileirão. Um vacilo contra o porteiro do Z4 tirou a nossa liderança na rodada.
Em números de BAVIs, uma coisa interessante aconteceu. Nesse momento, o principal rival do Bahia nas estatísticas são os empates. O Tricolor brocou em 198 e empatou 155. As derrotas agora ficaram em 3º, com 154.
Um século de hegemonia no Estado (1947 a 2047), 52 títulos contra 30, e os empates viraram “vices” na estatística do clássico estadual. É a rivalidade virando disparidade. E a tendência é só aumentar…
Mas quem quer brigar por coisas não pode perder ponto pra times que vão lutar pra não cair. Abre o olho!
Diga aí. Que achou?
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Decepção, raiva e frustração… mas em 3º no Brasileirão – por Erick Cerqueira
Fala, Nação! Véi, a gente desceu pro estádio ontem e na minha cabeça só passava uma coisa: esses caras tão de ressaca e vão me fazer passar raiva no começo do jogo, até engrenar. Mas, na verdade, a gente passou raiva em vários momentos.
Mas o Bahia veio pra cima do adversário com gosto de gás. Empilhou chances.
BLITZ TRICOLOR
O começo de jogo reservou logo uma grata surpresa. Pulga dispara, rouba a bola do goleiro deles e sofre pênalti. Willian José podia virar herói da partida, vai para a 5ª cobrança no ano e perde pela quarta vez — e não tem um cara com coragem pra dizer: “não, man. Deixa aí que eu cobro essa porra”. Vira vilão. No rebote, Luciano Juba vira o herói improvável e marca. Mas invadiu a área. Gol anulado acertadamente porque o invasor tirou vantagem.
No lance seguinte Xavier tenta um lançamento, erra e dá o contra-ataque pros caras. O craque deles avança, mas chuta fraco pra Ronaldo encaixar.
Xavier lança de novo, agora certo. Pulga briga, Willian José ajeita e Jean Lucas chuta nas mãos do goleiro.
Nestor chuta forte, quicando, o goleiro bate roupa, a bola encobre Jean Lucas, sobra pra Erick chutar pra fora.
Luciano Juba chuta fraco de fora da área nas mãos do goleiro.
Willian José ajeita na área pro chute de Erick, no travessão.
QUEM NÃO FAZ…
Aí… o Bahia perde o lance no ataque, toma o contra-ataque rápido, o cara erra o passe, Luciano Juba chega na cobertura e entrega a paçoca no pé do jogador deles. Candidato a herói, virou o vilão da assistência pro inimigo. Golaço de cobertura de um time que só fez isso no primeiro tempo.
Mas aos 50 minutos, um pouco de justiça. Meu volante na lateral direita cruzou pra Kike. Ele recua e toca pro volante — não o Acevedo, mas o que entrou no lugar dele. Erick faz o arco no segundo pau, Willian José cabeceia pro meio da área e Jean Lucas completa o déjà vu. 1×1.
VIRA O JOGO! E MUDA O JOGO
Se o primeiro tempo foi de muitas chances do Bahia, o segundo foi de um marasmo digno de ressaca de título.
De bom, de verdade, só um chute de Jean Lucas de fora — e pra fora — e uma cobrança rápida de lateral aos 50 minutos, onde Michel Araújo serviu Sanabria, que o goleiro deles defendeu.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
Com o tropeço inesperado na Fonte Nova, diante de mais de 43 mil torcedores, o Bahia caiu pra 3ª posição da tabela. O Tricolor chegou aos 8 pontos e poderia estar liderando o Brasileirão. Um vacilo contra o porteiro do Z4 tirou a nossa liderança na rodada.
Em números de BAVIs, uma coisa interessante aconteceu. Nesse momento, o principal rival do Bahia nas estatísticas são os empates. O Tricolor brocou em 198 e empatou 155. As derrotas agora ficaram em 3º, com 154.
Um século de hegemonia no Estado (1947 a 2047), 52 títulos contra 30, e os empates viraram “vices” na estatística do clássico estadual. É a rivalidade virando disparidade. E a tendência é só aumentar…
Mas quem quer brigar por coisas não pode perder ponto pra times que vão lutar pra não cair. Abre o olho!
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