O Bahia não entrou em campo na Colômbia – por Erick Cerqueira
Fala, Nação! Clima tenso, noite fria e cabeça quente em Salvador. E tudo por causa dos ventos que nos chegam da Colômbia.
O Bahia foi pra Colômbia e saiu daqui com festa da torcida no aeroporto. A cena bonita do Ceni carregando a criança rodou o mundo. Mas o problema é que o time foi pra lá, mas não entrou em campo.
Apático, tomou pressão desde o chute inicial da partida. Conseguiu conter os donos da casa e tomou um gol de contra-ataque rápido, num lançamento pela nossa lateral direita, nas costas do nosso lateral improvisado. O cara correu, driblou, deixou o DVD no chão e fez o gol. Lembra alguma coisa? Mas estava impedido.
O time acordou e mostrou uma postura defensiva mais segura. Parou de tomar sustos, fechou bem o meio, e Marcos Felipe só levou susto mesmo com uma recuada de peito do Juba, que quase marca contra.
Ofensivamente, o Bahia não existiu na partida. Lucho deu um chute pra fora, mas já estava até impedido. Se o time veio pra empatar, tava indo bem.
VIROU O LADO!
O Bahia voltou a entrar desligado no jogo, como em outras vezes. Mas dessa vez, foi fatal. Primeiro minuto de jogo: chutão do goleiro, a bola quica, o atacante dispara, os zagueiros do Bahia batem cabeça, o cara chuta nas mãos de Marcos Felipe, mas ele, parecendo estar com medo do choque, apenas espalma pro lado. A bola sobra na direita, e, de novo, sem lateral pra marcar, o cara mete pro gol. 1×0. Justo.
Aí o time desabou. Os caras chutaram duas de fora da área — pra fora. E mais uma que gerou grande defesa de Marcos Felipe.
Ceni muda o time e piora o que já estava ruim. Parece que ele tá forçando a contratação de Rodrigo Nestor, por 40 milhões. Alô, Santoro! Afasta esse cara, peloamordeDeus. Por 40 milhões você contrata uns 2 melhores, nesses times de Libertadores.
Um jogo onde ninguém foi bem. Não teria como o resultado ser bom.
Foi um time assustado, covarde, nervoso, errando passes bobos, virando bola no pé dos caras, sem criação no meio. Foi um time que soube sofrer no primeiro tempo, tomou o gol e sofreu conformado o segundo tempo todo, sem dar um chute ao gol. Mas, ainda, não tem nada perdido.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
SE O BAHIA QUISER, depende somente dele. É SÓ ganhar o Inter em Porto Alegre e passa. É fácil? Claro que não. Mas se fosse fácil se chamaria Campeonato Baiano, e não, Grupo da Morte da Libertadores da América. Um grupo onde os 4 times ainda estão vivos, o lanterna pode virar líder, e o líder pode não se classificar. Mas parece que a convicção da vaga, para o time, morreu no terceiro gol do Nacional, na Fonte.
Agora é pensar no Brasileirão, virar a chave, fazer o dever de casa e encostar no G4. E depois da frustração de hoje, não pode deixar pena sobre pena, no domingo.
Diga aí. Que achou?
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O Bahia não entrou em campo na Colômbia – por Erick Cerqueira
Fala, Nação! Clima tenso, noite fria e cabeça quente em Salvador. E tudo por causa dos ventos que nos chegam da Colômbia.
O Bahia foi pra Colômbia e saiu daqui com festa da torcida no aeroporto. A cena bonita do Ceni carregando a criança rodou o mundo. Mas o problema é que o time foi pra lá, mas não entrou em campo.
Apático, tomou pressão desde o chute inicial da partida. Conseguiu conter os donos da casa e tomou um gol de contra-ataque rápido, num lançamento pela nossa lateral direita, nas costas do nosso lateral improvisado. O cara correu, driblou, deixou o DVD no chão e fez o gol. Lembra alguma coisa? Mas estava impedido.
O time acordou e mostrou uma postura defensiva mais segura. Parou de tomar sustos, fechou bem o meio, e Marcos Felipe só levou susto mesmo com uma recuada de peito do Juba, que quase marca contra.
Ofensivamente, o Bahia não existiu na partida. Lucho deu um chute pra fora, mas já estava até impedido. Se o time veio pra empatar, tava indo bem.
VIROU O LADO!
O Bahia voltou a entrar desligado no jogo, como em outras vezes. Mas dessa vez, foi fatal. Primeiro minuto de jogo: chutão do goleiro, a bola quica, o atacante dispara, os zagueiros do Bahia batem cabeça, o cara chuta nas mãos de Marcos Felipe, mas ele, parecendo estar com medo do choque, apenas espalma pro lado. A bola sobra na direita, e, de novo, sem lateral pra marcar, o cara mete pro gol. 1×0. Justo.
Aí o time desabou. Os caras chutaram duas de fora da área — pra fora. E mais uma que gerou grande defesa de Marcos Felipe.
Ceni muda o time e piora o que já estava ruim. Parece que ele tá forçando a contratação de Rodrigo Nestor, por 40 milhões. Alô, Santoro! Afasta esse cara, peloamordeDeus. Por 40 milhões você contrata uns 2 melhores, nesses times de Libertadores.
Um jogo onde ninguém foi bem. Não teria como o resultado ser bom.
Foi um time assustado, covarde, nervoso, errando passes bobos, virando bola no pé dos caras, sem criação no meio. Foi um time que soube sofrer no primeiro tempo, tomou o gol e sofreu conformado o segundo tempo todo, sem dar um chute ao gol. Mas, ainda, não tem nada perdido.
BORA BAÊA MINHA PORRA!
SE O BAHIA QUISER, depende somente dele. É SÓ ganhar o Inter em Porto Alegre e passa. É fácil? Claro que não. Mas se fosse fácil se chamaria Campeonato Baiano, e não, Grupo da Morte da Libertadores da América. Um grupo onde os 4 times ainda estão vivos, o lanterna pode virar líder, e o líder pode não se classificar. Mas parece que a convicção da vaga, para o time, morreu no terceiro gol do Nacional, na Fonte.
Agora é pensar no Brasileirão, virar a chave, fazer o dever de casa e encostar no G4. E depois da frustração de hoje, não pode deixar pena sobre pena, no domingo.
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