A estreia do Vitória no Baianão ontem foi muito boa. Não porque dominamos nosso adversário ou porque o jogo feito por nós tenha sido um primor em termos de plasticidade ou superioridade técnica. O time que foi a campo ontem foi quase que completamente montado com atletas da base e, quando olhado desta forma, o empate sem gols, com chances claras de vencer a partida, contra um time profissional, é significativo.
A temporada do Vitória começa com uma ação inteligente por parte da diretoria. Escalar a base para disputar o Baiano é, ao mesmo tempo, dar espaço para os moleques, colocá-los na vitrine, descansar o elenco principal e ver, no decorrer do campeonato, com quem poderemos contar ao longo do ano. Dizer isto significa duas coisas. A primeira é que agir assim, embora seja correto, não é certeza de que trará bons frutos. A segunda é que teremos de ter paciência com os guris da base.
O QUE VI DE BOM NO JOGO DE ONTEM
O Vitória treinou doze dias, enquanto nosso adversário já treina há mais de trinta dias e, ainda assim, fisicamente terminamos a partida melhor do que eles. O retorno de Janderson, sobretudo da forma como foi, foi o ponto alto da partida. A partida feita por Inácio, mesmo vindo do banco, sendo seu primeiro jogo como profissional, com apenas dezessete anos, foi segura e lúcida.
É muito cedo para cravar que desta equipe que disputará o Baiano e o Nordestão sairão bons nomes para compor o elenco principal, mas, diante do embrólio envolvendo Thiago Couto e da lesão de Arcanjo, a partida de Yuri pode nos oferecer a terceira opção do profissional no decorrer da temporada, além de José Breno na volância e Lawan no ataque. É óbvio que tudo isso depende da constância dos atletas ao longo destas competições.
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NADA DE MAIS, ESTREIAMOS – POR EMERSON LEANDRO SILVA
A estreia do Vitória no Baianão ontem foi muito boa. Não porque dominamos nosso adversário ou porque o jogo feito por nós tenha sido um primor em termos de plasticidade ou superioridade técnica. O time que foi a campo ontem foi quase que completamente montado com atletas da base e, quando olhado desta forma, o empate sem gols, com chances claras de vencer a partida, contra um time profissional, é significativo.
A temporada do Vitória começa com uma ação inteligente por parte da diretoria. Escalar a base para disputar o Baiano é, ao mesmo tempo, dar espaço para os moleques, colocá-los na vitrine, descansar o elenco principal e ver, no decorrer do campeonato, com quem poderemos contar ao longo do ano. Dizer isto significa duas coisas. A primeira é que agir assim, embora seja correto, não é certeza de que trará bons frutos. A segunda é que teremos de ter paciência com os guris da base.
O QUE VI DE BOM NO JOGO DE ONTEM
O Vitória treinou doze dias, enquanto nosso adversário já treina há mais de trinta dias e, ainda assim, fisicamente terminamos a partida melhor do que eles. O retorno de Janderson, sobretudo da forma como foi, foi o ponto alto da partida. A partida feita por Inácio, mesmo vindo do banco, sendo seu primeiro jogo como profissional, com apenas dezessete anos, foi segura e lúcida.
É muito cedo para cravar que desta equipe que disputará o Baiano e o Nordestão sairão bons nomes para compor o elenco principal, mas, diante do embrólio envolvendo Thiago Couto e da lesão de Arcanjo, a partida de Yuri pode nos oferecer a terceira opção do profissional no decorrer da temporada, além de José Breno na volância e Lawan no ataque. É óbvio que tudo isso depende da constância dos atletas ao longo destas competições.





