COMO É BOM ESTAR ERRADO – POR EMERSON LEANDRO SILVA

Eu me enganei completamente, e nunca estive tão feliz por estar errado.

O jogo de ontem, na Ilha do Retiro, foi a melhor apresentação do Vitória no ano e, por mais que a atual situação do Sport tenha ajudado bastante na construção deste cenário, nós não apenas vencemos, tivemos amplo domínio durante todo o jogo, como deixamos claro que não vamos desistir.

Eu preciso, mais uma vez, exaltar o trabalho que Jair Ventura tem feito no Leão. Em seu comando, nós voltamos a ser um time aguerrido e competitivo, mas os resultados não traduziram rapidamente essa evolução. Mesmo assim, Ventura seguiu mostrando evolução e, mais do que isso, conseguiu mexer com o brio dos jogadores, praticamente exumar Lucas Braga, recondicionar Wiliam Oliveira e, ao colocar no banco de reservas, dar a Kayzer a possibilidade de ressurreição.

Nossa situação no campeonato me faz sempre torcer por nossos bons resultados e olhar para os times que estão dentro da zona de rebaixamento ou próximos a ela. O Ceará poderia nos ajudar contra o Internacional, mas perdeu. O Cruzeiro, que é muito mais time que o Juventude, não conseguiu nada além de um empate na rodada passada.

Hoje à noite, Internacional e Santos se enfrentam em um confronto direto. Ontem, o Juventude se lascou diante do São Paulo e viu sua situação se complicar no campeonato. Tudo isso é importante, claro, mas o que de fato mais nos interessa é que fizemos nossa parte. Vencemos, convencemos e dissemos, em alto e bom som: “Estamos vivos!”

JOGO NÃO, ESPETÁCULO

A pintura de Aitor Cantalapiedra, depois do passe no estilo “faz e me abraça” de Cáceres, complementou o placar, logo após o gol contra dos caras, depois do chute de Baralhas. Isso nos deu maior tranquilidade, mas também nos fez relaxar em excesso, cometer falhas bobas e tentar controlar a velocidade da partida de maneira preguiçosa. O resultado foi o gol dos caras, diminuindo perigosamente o placar.

Felizmente, já voltamos do vestiário com a saída de Renzo Lopes, que, diga-se de passagem, jogou muito mal ontem. Em seu lugar, Kayzer, o possesso, logo no início do segundo tempo arrancou com a bola, puxou pra dentro e, de perna esquerda, acertou um belo chute, dando números finais ao espetáculo.

Agora temos mais uma pedreira contra o Mirassol, jogando em casa. A nosso favor, teremos mais uma vez o Barradão e, se no primeiro turno conseguimos arrancar pontos dos caras na casa deles, não é exagero pensar que aqui vamos conquistar três pontos.

Amém, igreja?

 

É Rubro-negro de corpo, alma e coração. Além de escritor, Relações Públicas, Consultor de Marketing Digital e Social Media.

Diga aí. Que achou?

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COMO É BOM ESTAR ERRADO – POR EMERSON LEANDRO SILVA

Eu me enganei completamente, e nunca estive tão feliz por estar errado.

O jogo de ontem, na Ilha do Retiro, foi a melhor apresentação do Vitória no ano e, por mais que a atual situação do Sport tenha ajudado bastante na construção deste cenário, nós não apenas vencemos, tivemos amplo domínio durante todo o jogo, como deixamos claro que não vamos desistir.

Eu preciso, mais uma vez, exaltar o trabalho que Jair Ventura tem feito no Leão. Em seu comando, nós voltamos a ser um time aguerrido e competitivo, mas os resultados não traduziram rapidamente essa evolução. Mesmo assim, Ventura seguiu mostrando evolução e, mais do que isso, conseguiu mexer com o brio dos jogadores, praticamente exumar Lucas Braga, recondicionar Wiliam Oliveira e, ao colocar no banco de reservas, dar a Kayzer a possibilidade de ressurreição.

Nossa situação no campeonato me faz sempre torcer por nossos bons resultados e olhar para os times que estão dentro da zona de rebaixamento ou próximos a ela. O Ceará poderia nos ajudar contra o Internacional, mas perdeu. O Cruzeiro, que é muito mais time que o Juventude, não conseguiu nada além de um empate na rodada passada.

Hoje à noite, Internacional e Santos se enfrentam em um confronto direto. Ontem, o Juventude se lascou diante do São Paulo e viu sua situação se complicar no campeonato. Tudo isso é importante, claro, mas o que de fato mais nos interessa é que fizemos nossa parte. Vencemos, convencemos e dissemos, em alto e bom som: “Estamos vivos!”

JOGO NÃO, ESPETÁCULO

A pintura de Aitor Cantalapiedra, depois do passe no estilo “faz e me abraça” de Cáceres, complementou o placar, logo após o gol contra dos caras, depois do chute de Baralhas. Isso nos deu maior tranquilidade, mas também nos fez relaxar em excesso, cometer falhas bobas e tentar controlar a velocidade da partida de maneira preguiçosa. O resultado foi o gol dos caras, diminuindo perigosamente o placar.

Felizmente, já voltamos do vestiário com a saída de Renzo Lopes, que, diga-se de passagem, jogou muito mal ontem. Em seu lugar, Kayzer, o possesso, logo no início do segundo tempo arrancou com a bola, puxou pra dentro e, de perna esquerda, acertou um belo chute, dando números finais ao espetáculo.

Agora temos mais uma pedreira contra o Mirassol, jogando em casa. A nosso favor, teremos mais uma vez o Barradão e, se no primeiro turno conseguimos arrancar pontos dos caras na casa deles, não é exagero pensar que aqui vamos conquistar três pontos.

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